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Técnica de produção para tela OLED pode dobrar autonomia de futuros celulares

·2 minuto de leitura

Vão-se os anos e uma das maiores dificuldades da indústria de smartphones segue sendo melhorar a autonomia dos produtos. Algo que ajuda a contornar isso é o carregamento rápido, mas que ainda assim exige contato, mesmo que curto, com tomadas. Por isso, a indústria já está pensando em novas soluções.

Algo já comercialmente disponível são as telas OLED LTPO, que mudam a taxa de atualização conforme a demanda para economizar energia. Uma nova tecnologia, porém, poderá trazer ganhos notáveis na autonomia dos aparelhos, mesmo que a bateria não aumente.

As limitações atuais

A solução não apenas permitiria menor consumo de energia por painéis OLED, como também resolveria a dificuldade que o mercado tem hoje de lançar telas com concentração acima dos 600 PPI (pixels por polegada). Na técnica atual, a concentração tão massiva dos pixels e a emissão de luz impõe limites para a definição deles e a propagação de luz, limitando a projeção máxima.

(Imagem: The Elec/YouTube)
(Imagem: The Elec/YouTube)

O professor Chang-Hoon Hwang, da Universidade de Dankook, descreve que um novo modelo que considera a evaporação vertical de materiais orgânicos desse tipo de tela resolveria estes dois problemas. A entrevista traz com riqueza de detalhes o material deste estudo, mas está disponível apenas em coreano.

Em linhas gerais, é uma pesquisa que, se comprovada a viabilidade técnica de desenvolvimento, tornaria possível que os mesmos pixels OLED alcançassem uma área de projeção luminosa maior, e com concentrações ainda maiores para PPI ainda mais alto.

Mais versatilidade para produtos

Ou seja, imagine que uma tela de 6 polegadas possa ser iluminada com metade do espaço físico utilizado no display atualmente. Isto se traduziria em menor consumo de bateria. Ainda segundo o pesquisador, é seguro calcular que a autonomia poderia até dobrar — mesmo que as baterias do mercado não avancem até a viabilidade comercial deste tipo de tela.

Claro, há de se considerar que processador, câmera, e outros sensores também cobram bateria. Mas as telas são o principal componente a exigir energia. Mesmo marcas que não desejassem eventualmente aumentar a autonomia de celulares, se beneficiariam oferecendo smartphones mais finos, menores, e mais leves, por exemplo.

Vale lembrar, por enquanto o assunto é meramente teórico e carece de empresas interessadas na sua viabilidade. Ou seja, é algo para longo prazo. Até lá, a indústria precisaria se apoiar em outras soluções para melhorar a autonomia dos seus celulares, tablets e smartwatches — como a otimização do processo litográfico.

Fonte: Canaltech

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