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Sylvio Castro, ex-Credit Suisse, vai criar nova gestora: Fontes

Vinícius Andrade, Felipe Marques e Cristiane Lucchesi
·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Sylvio Castro, ex-diretor de investimentos da unidade de private banking do Credit Suisse no Brasil, vai lançar sua própria gestora de recursos após ter deixado o banco suíço neste ano, de acordo com pessoas familiarizadas com os planos.

Vão se juntar a Castro outros dois veteranos do Credit Suisse no Brasil, André Szasz e João Paulo Freitas, que também deixaram o banco recentemente, disseram as pessoas, que pediram para não ser identificadas pois o tema não é público. A nova gestora terá dois produtos -- um fundo total return global e um fundo long biased -- e Freitas será o diretor de operações, segundo as pessoas.

Castro, Szasz e Freitas não comentaram.

Castro ingressou no Credit Suisse em 2013, após quatro anos como diretor de investimentos da operação de gestão de fortunas do Goldman Sachs no Brasil, de acordo com seu perfil no LinkedIn. Szasz estava no Credit desde 2010, segundo seu perfil, e também trabalhou na Merrill Lynch e no Santander.

Ambos os executivos são parte de um êxodo mais amplo na unidade de gestão de fortunas brasileiras do Credit Suisse depois que Marcello Chilov foi nomeado para liderar a operação em julho. O ex-chefe da divisão, Marco Abrahão, deixou o banco com um time de cerca de uma dúzia de pessoas depois que Chilov assumiu. Parte desse grupo está abrindo uma empresa de administração de fortunas que terá a XP como acionista minoritária, de acordo com um anúncio de setembro.

A gestora de Castro é um projeto diferente do dos executivos que se juntaram à XP e não terá serviços de gestão de fortunas, disseram as pessoas. O Credit Suisse, por sua vez, contratou Luciano Telo, que era o diretor de investimentos da área de gestão de fortunas da XP, para substituir Castro a partir de outubro, de acordo com um comunicado.

Veteranos da indústria financeira do Brasil estão deixando para trás carreiras de décadas em grandes bancos para criar suas próprias gestoras independentes, já que as taxas de juros mais baixas têm levado os investidores a assumir mais risco. Os fundos multimercados já registraram R$ 81 bilhões em captação líquida no ano, perto do recorde de R$ 85 bilhões em 2017.

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©2020 Bloomberg L.P.