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Suplementar vitamina D não protege contra COVID-19, defende novo estudo

·1 minuto de leitura

Muitas pesquisas já relacionaram a vitamina D com proteção da COVID-19, mas um estudo da Universidade McGill em Quebec, Canadá, sugere que a evidência genética não apoia a vitamina D como uma medida de se proteger da doença em questão.

Para avaliar a relação entre os níveis de vitamina D e a COVID-19, os pesquisadores conduziram um estudo usando variantes genéticas de 4.134 indivíduos com COVID-19 e 1,2 milhão sem COVID-19, com o objetivo de determinar se a predisposição genética para níveis mais elevados de vitamina D estava associada formas menos graves em pessoas infectadas pelo coronavírus.

Mas o que acontece é que os resultados não mostraram nenhuma evidência de uma associação entre os níveis de vitamina D geneticamente previstos e a suscetibilidade a COVID-19, hospitalização ou forma grave da doença, sugerindo que o aumento dos níveis circulantes de vitamina D por meio da suplementação pode não melhorar os resultados de defesa contra o coronavírus na população geral.

Estudo canadense rejeita vitamina D como medida de proteger da COVID-19 (Imagem: microgen/envato)
Estudo canadense rejeita vitamina D como medida de proteger da COVID-19 (Imagem: microgen/envato)

"A suplementação de vitamina D como uma medida de saúde pública para melhorar os resultados não é apoiada por este estudo. Mais importante, nossos resultados sugerem que o investimento em outras vias terapêuticas ou preventivas deve ser priorizado para ensaios clínicos randomizados de COVID-19", aponta o relatório.

Fonte: Canaltech

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