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"Superpoder" do Coringa pode ser a maior ameaça dos quadrinhos da DC Comics

·3 min de leitura

O Coringa, mais famoso vilão do Batman, não tem nenhum superpoder, só mesmo uma mente doentia capaz de imaginar os esquemas criminosos mais terríveis da DC Comics e, muitas vezes, também abalar psicologicamente o Cavaleiro das Trevas profundamente. Porém, as suas várias utilizações de compostos químicos para transformar outros personagens em variações de suas palhaçadas sombrias acaba sendo identificado como uma “habilidade” do Arlequim do Ódio.

Geralmente, essa transformação de terceiros em versões “coringadas” ocorre através da utilização pelo Coringa de uma toxina chamada Veneno do Coringa que simula o balde químico em que o vilão caiu na sua origem mais famosa (embora sua canonicidade possa ser debatida até hoje), expandida por Alan Moore em Batman: A Piada Mortal.

Quem entra em contato com o Veneno do Coringa tem transformações na pele, com ela se tornando esbranquiçada, fica com um sorriso sinistro no rosto e, muitas vezes, dependendo do roteirista responsável pela história, pode começar a pensar como o vilão, sem limites e se tornando mais uma ameaça para o universo da DC Comics.

<em>O Superman sobre o efeito do Veneno do Coringa durante Batman: Fim de Jogo. (Imagem: Reprodução/DC Comics)</em>
O Superman sobre o efeito do Veneno do Coringa durante Batman: Fim de Jogo. (Imagem: Reprodução/DC Comics)

Nos mais de 80 anos de história entre Batman e o Coringa, o vilão foi o responsável por alguns dos momentos mais traumatizantes da vida de Bruce Wayne pós-morte de seus pais, como o assassinato de Jason Todd e a paralisação de Barbara Gordon. Se usarmos esses eventos como régua, é assustador o que um homem franzino conseguiu fazer contra o ápice da boa forma humana - e se o Veneno do Coringa pode transformar outros personagens da DC em cópias do Arlequim do Ódio, a situação pode ficar bem complicada.

Nos Novos 52 isso foi demonstrado por Scott Snyder e Greg Capullo na revista solo de Batman, durante o arco Fim de Jogo, em que o Coringa decide que chegou o momento de acabar seu conflito com o Batman — um dos dois precisa morrer e, para forçar o Cavaleiro das Trevas a tentar evitar esse fim para qualquer um deles em um eventual conflito, o vilão infecta a Liga da Justiça e Gotham com a toxina.

A Liga da Justiça, incluindo o Superman, ataca o Batman, mas fica claro que a sorte foi terem focado em Wayne, já que seres tão poderosos quanto os membros da equipe de heróis com uma mentalidade parecida com o Coringa poderiam trazer consequências catastróficas para à Terra — e mesmo sem seres superpoderosos, a população de Gotham durante o surto da toxina também se tornaram verdadeiros perigos, não tendo nenhum tipo de limite pessoal ou moral.

No fim, talvez a obsessão do Coringa com o Batman seja uma dádiva para o universo da DC, já que seus ataques em escala mundial poderiam ter consequências muito piores que até mesmos arcos das Crises Multiversais da editora.

E sim, sabemos que existe a série Injustiça, que mostra a consequência de um ataque do vilão ao Superman, mas as palavras de Grant Morisson sobre a situação mostram que naquele caso específico, o momento acaba sendo forçado e descaracterizando alguns personagens, mesmo que sim, a trama é um quadrinho/videogame, com liberdade dos roteiristas para diferentes interpretações de personagens - por isso ela não foi citada nessa matéria que foca na continuidade principal da DC.

Fonte: Canaltech

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