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Supercomputador ajudará Terra a se proteger de explosões solares

Supercomputador ajudará a Terra a se proteger de explosões solares perigosas
Supercomputador ajudará a Terra a se proteger de explosões solares perigosas
  • A radiação liberada por explosões solares pode ser perigosa para eletrônicos e astronautas;

  • Um modelo de supercomputador que pode simular a atmosfera turbulenta do Sol;

  • Será possível entender como, por que e quando as tempestades solares ocorrerão

A radiação liberada por tempestades solares pode ser perigosa para eletrônicos e astronautas, mas os cientistas agora podem ter melhores ferramentas para prever quando essas explosões ocorrerão. Um novo estudo conduzido por pesquisadores da Universidade de Columbia demonstra um modelo de supercomputador que ajudará os cientistas a entender melhor como essas partículas de radição se formam no Sol e são expelidas e aceleradas em direção à Terra.

Às vezes, as partículas carregadas e os campos magnéticos atingem a Terra e geram uma tempestade geomagnética. Dependendo da intensidade, essas tempestades podem levar a auroras brilhantes nos polos, à interrupção das comunicações de rádio e satélite e até mesmo representar uma ameaça direta às naves espaciais e aos próprios astronautas, nas intensidades mais altas.

No trabalho publicado nesta terça-feira (13) no The Astrophysical Journal Letters , Dr Comisso e seu co-autor, o astrofísico da Columbia, Lorenzo Sironi, detalham seu trabalho com um modelo de supercomputador que pode simular a atmosfera turbulenta do Sol, onde o gás é tão quente que existe como plasma. O novo modelo pode simular o comportamento de partículas individuais nesse ambiente dinâmico.

Ao usar o novo supercomputador junto com dados de missões como a sonda Solar Parker da NASA, que atualmente está fazendo passagens extremamente próximas do Sol para aprender mais sobre sua atmosfera, os Drs Comissio e Sironi acreditam que será possível entender como, por que e quando as tempestades solares ocorrerão, o que pode ajudar a fornecer alertas precoces.

Ao mesmo tempo, eles disseram, suas descobertas podem ser usadas para entender melhor o comportamento de partículas altamente energéticas em todo o universo.

“Nossos resultados se concentram no Sol, mas também podem ser vistos como um ponto de partida para entender melhor como as partículas de alta energia são produzidas em estrelas mais distantes e em torno de buracos negros”, disse Comisso em comunicado. “Nós apenas arranhamos a superfície do que as simulações de supercomputadores podem nos dizer sobre como essas partículas nascem em todo o universo.”