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China quer realizar mais de 70 lançamentos comerciais e estatais neste ano

A Corporação de Ciência e Tecnologia Aeroespacial da China (CASC), principal contratante do setor espacial da China e responsável pelos foguetes da série Long March, planeja realizar mais de 50 lançamentos neste ano — entre eles, haverá missões Shenzhou, levando tripulantes à estação Tiangong, e diferentes missões científicas, civis e militares. Se tudo correr bem, a China pode realizar mais de 70 lançamentos espaciais no total em 2023.

No ano passado, a China chegou à marca de 64 lançamentos. Agora, se considerarmos os planos da CASC somados aos lançamentos que devem ser realizados por empresas comerciais, o país pode exceder o total do ano passado, lançando missões a partir de espaçoportos em diferentes locais.

A China planeja levar novas tripulações à sua estação espacial Tiangong (Imagem: Reprodução/CAST)
A China planeja levar novas tripulações à sua estação espacial Tiangong (Imagem: Reprodução/CAST)

Neste ano, é possível esperar lançamentos de diferentes foguetes Long March. O Long March 6C poderá realizar seu primeiro voo, e os célebres Long March 5 e 5B também devem ser lançados em missões ao longo de 2023 — este, por exemplo, pode ser usado para levar o telescópio espacial Xuntian ao espaço, ou até testar o lançamento de vários satélites à órbita baixa da Terra.

É esperado também que a China amplie suas capacidades de observação e reconhecimento da Terra neste ano. Assim, o país deve seguir lançando satélites das séries Yaogan e Gaofen, levando ao espaço também satélites meteorológicos, de comunicação e de observação dos oceanos.

Já os lançamentos comerciais e de empresas estatais serão bastante diversos. A CAS Space, um "braço" da Academia Chinesa de Ciências, deve aproveitar o sucesso inaugural de seu foguete sólido Lijian-1 com outros lançamentos neste ano, sendo que o primeiro deles deve acontecer em maio.

Em paralelo, a Space Pioneer, empresa comercial da China, pode realizar sua primeira tentativa de lançamento neste ano com um foguete Tianlong-2, acompanhando a tendência de veículos comerciasi lançadores líquidos seguindo para testes de voo.

Fonte: Canaltech

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