Mercado fechado
  • BOVESPA

    114.647,99
    +1.462,52 (+1,29%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    52.798,38
    +658,14 (+1,26%)
     
  • PETROLEO CRU

    82,66
    +1,35 (+1,66%)
     
  • OURO

    1.768,10
    -29,80 (-1,66%)
     
  • BTC-USD

    61.564,57
    +2.281,93 (+3,85%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.464,06
    +57,32 (+4,07%)
     
  • S&P500

    4.471,37
    +33,11 (+0,75%)
     
  • DOW JONES

    35.294,76
    +382,20 (+1,09%)
     
  • FTSE

    7.234,03
    +26,32 (+0,37%)
     
  • HANG SENG

    25.330,96
    +368,37 (+1,48%)
     
  • NIKKEI

    29.068,63
    +517,70 (+1,81%)
     
  • NASDAQ

    15.144,25
    +107,00 (+0,71%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3297
    -0,0741 (-1,16%)
     

Sudão diz que frustrou golpe e culpa seguidores de ex-presidente Bashir

·1 minuto de leitura
Presidente deposto do Sudão Omar al-Bashir durante julgamento em tribunal de Cartum

Por Ali Mirghani e Khalid Abdelaziz

CARTUM (Reuters) - Autoridades do Sudão disseram que impediram um golpe de Estado nesta terça-feira, acusando seguidores do presidente deposto Omar al-Bashir de uma tentativa malsucedida de descarrilar a revolução que o tirou do poder em 2019 e encaminhou uma transição para a democracia.

Os militares sudaneses disseram que 21 oficiais e vários soldados foram detidos por sua conexão com a tentativa de golpe e que uma busca por outros envolvidos continua. Todos os locais afetados estão sob controle do Exército, acrescentaram.

A tentativa de golpe destaca o caminho difícil enfrentado por um governo que reorienta o Sudão desde 2019, tendo conseguido um alívio da dívida do Ocidente e adotado medidas para normalizar os laços com Israel, ao mesmo tempo em que combate uma crise econômica grave.

Um organismo governante conhecido como Conselho Soberano comanda o Sudão por meio de um acordo frágil de partilha de poder entre os militares e os civis desde a deposição de Bashir, um islâmico rejeitado pelo Ocidente que presidiu o país durante quase três décadas. Eleições são esperadas em 2024.

"O que aconteceu foi um golpe orquestrado por facções dentro de fora das Forças Armadas, e isto é um prolongamento das tentativas de remanescentes desde a queda do antigo regime de abortar a transição democrática civil", disse o primeiro-ministro Abdalla Hamdok em um pronunciamento televisionado.

Na manhã desta terça-feira, uma testemunha disse que unidades militares leais ao conselho usaram tanques para fechar uma ponte que liga Cartum a Omdurman, do outro lado do Rio Nilo.

(Por Ali Mirghani, em Cartum; Khalid Abdelaziz e Nafisa Eltahir, no Cairo; e Nadine Awadalla, em Dubai)

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos