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Subsea 7 vê mais dinamismo no setor de óleo e gás brasileiro e mira novos contratos

·2 minuto de leitura
Plataforma de petróleo da Petrobras na Bacia de Santos, no Rio de Janeiro

Por Marta Nogueira

RIO DE JANEIRO (Reuters) - A companhia de serviços do setor de petróleo Subsea 7 vê mais dinamismo no segmento, com o desenvolvimento de projetos por petroleiras além da Petrobras, e mira a assinatura de novos contratos, afirmou à Reuters o vice-presidente no Brasil, Marcelo Xavier.

Há cerca de 35 anos no Brasil, a empresa norueguesa aguarda para este mês uma decisão final da conterrânea Equinor sobre o importante projeto no campo de Bacalhau, primeiro do pré-sal a ser desenvolvido por uma empresa estrangeira.

No início do ano passado, a petroleira norueguesa fechou um contrato com uma aliança entre a Subsea 7 e a OneSubsea, da Schlumberger, para o desenvolvimento de projetos para a infraestrutura submarina e ancoragem de plataforma em Bacalhau.

Atualmente, as companhias aguardam o sinal verde da Equinor para executar o projeto, cujas instalações poderão ocorrer em 2022 e 2023.

"Nós vemos o cenário no Brasil bem mais dinâmico do que na última década, e o setor de óleo e gás sofre pressão (global) em função da aceleração da agenda da transição energética", disse Xavier, destacando que o país tem uma janela de oportunidade para "transformar recursos em riquezas".

"O ambiente no Brasil é promissor, com reservas de primeira linha. Nesse sentido, as mais importantes operadoras investem no Brasil."

Na véspera, a companhia anunciou a assinatura de um grande contrato com a Petrobras de até 750 milhões de dólares para o desenvolvimento de equipamentos e instalações para a terceira plataforma do campo de Mero, terceiro maior produtor do Brasil, no pré-sal da Bacia de Santos.

Além disso, está trabalhando para vencer outros projetos no mercado, em diferentes estágios, também com a Petrobras e outras companhias do setor.

A Subsea 7 já instalou mais de 1.000 km de linhas rígidas e mais de 4 mil km de linhas flexíveis no país, e atualmente tem uma frota composta por 4 PLSVs e mais de 40 ROVs. Segundo Xavier, o país tem "participação significativa nos resultados do grupo, sem entrar em detalhes.

(Por Marta Nogueira)

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