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Subsídios financeiros e creditícios caem nos primeiros 8 meses do ano, diz Tesouro

Mariana Ribeiro
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Montante caiu para R$ 663,8 milhões até agosto deste ano Marcos Santos/USP Imagens As despesas do governo com subsídios financeiros caíram para R$ 663,8 milhões até agosto deste ano. No mesmo período do ano passado, elas haviam somado R$ 1,4 bilhão. As informações são do “Boletim de Subsídios do Tesouro Nacional no âmbito do PSI e dos empréstimos ao BNDES”, divulgado nesta quarta-feira. A queda ao longo do tempo é natural, informa o Tesouro. Isso porque esses subsídios decorrem de equalização de taxas de juros no âmbito do Programa de Sustentação do Investimento (PSI), no qual não há contratação de novas operações desde 2015. Os subsídios creditícios também recuaram, ao passarem de R$ 1,3 bilhão nos oito primeiros meses de 2019 para R$ 1,2 bilhão no mesmo período deste ano. “Essa queda ocorreu por causa das liquidações antecipadas realizadas pelo BNDES após o 4º bimestre de 2019, no valor de R$ 70 bilhões, que contribuíram para reduzir a base sobre a qual incidem os subsídios, e da depreciação cambial ocorrida em 2020, que contribuiu para aumentar o saldo indexado ao dólar a favor do Tesouro Nacional”, diz a secretaria. O boletim também apresenta uma projeção dos subsídios, que vão até 2041, trazendo-os a valor presente. Os subsídios financeiros são projetados em R$ 3,45 bilhões e os creditícios, em R$ 16,22 bilhões.