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Suíça e ONG financiam seringas para Cuba para campanha anticovid

·2 minuto de leitura
Cartaz da vacina Soberana II contra a covid-19 no Instituto Finlay de Havana

Uma entidade governamental suíça e a ONG MediCuba Europa concederam à ilha um financiamento urgente de US$ 600 mil para a aquisição de seringas e agulhas para a campanha de vacinação contra a covid-19, que começa em maio em Havana, informou nest quinta-feira (22) a embaixada da Suíça.

A Agência Suíça para o Desenvolvimento e Cooperação (SDC) e a mediCuba Suíça (mCS) "decidiram conceder em abril de 2021 um financiamento adicional de US$ 600.000 como apoio urgente", disse a representação diplomática em um comunicado de imprensa publicado em Havana e Genebra.

Um total de US$ 420.000 foram canalizados através da SDC e outros US$ 180.000 através da MediCuba Suíça, um membro da rede MediCuba Europa (mCE).

O financiamento será usado para comprar seis milhões de seringas e agulhas necessárias à vacinação de 30% da população da ilha caribenha, de 11,2 milhões de habitantes, informou o comunicado.

Cuba prepara os últimos detalhes para começar em maio em Havana a primeira etapa da vacinação em massa, com as vacinas candidatas Abdala e Soberana 2, concebidas e desenvolvidas na ilha, informou o Ministério da Saúde nesta quinta-feira, segundo o portal de notícias Tribuna de Havana.

A ilha está no seu pior momento desde que os primeiros casos foram detectados em março de 2020, com um recrudescimento nas últimas semanas. No entanto, mantém cifras baixas em relação aos vizinhos, com um total de 97.967 infecções e 559 mortes.

Cuba tem cinco vacinas candidatas para enfrentar a covid-19. Duas delas, Soberana 2 e Abdala, estão na terceira e última fase de testes clínicos e a previsão é que o antígeno seja autorizado em breve, tornando-se assim a primeira vacina desenvolvida na América Latina.

As autoridades anunciaram que será realizado um estudo de intervenção para vacinar 1,7 milhão de pessoas desde maio em Havana. A cidade possui 2,1 milhões de habitantes.

O governo do presidente Miguel Díaz-Canel prevê que toda a população seja vacinada até o final de 2021.

lp/dg/am