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STJ mantém esposa do “Rei do Bitcoin” na prisão

·2 minuto de leitura
STJ - Superior Tribunal de Justiça
STJ - Superior Tribunal de Justiça

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) julgou um pedido de habeas corpus da esposa do “Rei do Bitcoin” e indeferiu sua saída da prisão.

Ela foi presa com Cláudio Oliveira no início do mês de julho durante a Operação Daemon, deflagrada pela polícia federal do Paraná. Segundo o delegado responsável pela operação, Lucinara da Silva Oliveira pode ser uma das líderes do esquema que lesou milhares de brasileiros com promessas de investimentos em Bitcoin.

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Alguns dias depois da prisão, após entrar com um pedido de liberdade ela chegou a ser solta. No entanto, após descumprir medidas cautelares ela acabou sendo novamente levada para a unidade penitenciária, onde segue detida e a disposição da justiça.

Entenda a decisão do STJ que manteve a esposa do rei do Bitcoin na prisão

Lucinara foi presa na primeira fase da Operação Daemon, solta após alguns dias e novamente levada para a prisão, no mês de julho. Mas ela continua tentando ser colocada em liberdade visto que entende que sua detenção é injustiçada.

No novo pedido ao STJ, ela afirmou que precisa sair por várias razões, dentre uma delas ter um filho de 1 ano e seis meses, que depende de seus cuidados. Além disso, ela informou em seu pedido que sofre de doença trombofilia, mas que na cadeia não tem espaço para caminhar.

“Além disso, a paciente é portadora de trombofilia, com risco de agravamento pelo fato de não ter espaço no estabelecimento prisional para caminhar, recordando, mais uma vez, que é mãe de uma criança menor de 2 anos, que carece dos seus cuidados.”

A defesa da esposa do “Rei do Bitcoin” ainda alegou que a prisão dela é uma medida extrema, que não encontra suporte nas hipóteses legais.

Assim, o caso foi observado pelo relator Ministro Reynaldo Soares da Fonseca, que analisou o pedido de Lucinara Oliveira. Segundo ele, a defesa não apresentou provas das alegações que fez, deixando o pedido de habeas corpus sem fundamentos e até incompleto.

“Ante o exposto, com fundamento no art. 210 do RISTJ, indefiro liminarmente o presente habeas corpus.”

De fato, o caso do Grupo Bitcoin Banco foi um dos que mais chamaram atenção das autoridades nos últimos meses. A empresa oferecia aos clientes ganhos com a chamada arbitragem infinita, que consistia na compra de Bitcoin em uma das corretoras do grupo e venda em outra plataforma.

Contudo, para a justiça federal o caso pode ser de pirâmide financeira e um crime contra o sistema financeiro nacional, que segue sob investigação. Além de Lucinara, Cláudio Oliveira, o líder do esquema, segue sob investigação.

Após o STJ indeferir o pedido de liberdade da esposa do Rei do Bitcoin, a defesa pediu a extinção do feito, sem julgamento do mérito, indicando que desistiu de continuar a recorrer.

Fonte: Livecoins

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