Mercado abrirá em 6 h 32 min
  • BOVESPA

    121.241,63
    +892,84 (+0,74%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    46.458,02
    +565,74 (+1,23%)
     
  • PETROLEO CRU

    52,29
    -0,07 (-0,13%)
     
  • OURO

    1.839,20
    +9,30 (+0,51%)
     
  • BTC-USD

    36.478,02
    +36,29 (+0,10%)
     
  • CMC Crypto 200

    716,50
    -18,64 (-2,54%)
     
  • S&P500

    3.768,25
    -27,29 (-0,72%)
     
  • DOW JONES

    30.814,26
    -177,24 (-0,57%)
     
  • FTSE

    6.720,65
    -15,06 (-0,22%)
     
  • HANG SENG

    29.748,35
    +885,58 (+3,07%)
     
  • NIKKEI

    28.642,22
    +400,01 (+1,42%)
     
  • NASDAQ

    12.931,00
    +128,75 (+1,01%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4045
    +0,0092 (+0,14%)
     

STF proíbe governo de requisitar seringas e agulhas compradas por São Paulo

Redação Notícias
·1 minuto de leitura
.

O ministro Ricardo Lewandowski, do STF (Supremo Tribunal Federal), concedeu nesta sexta-feira uma liminar para impedir que o governo federal requisite insumos contratados pelo governo de São Paulo, em especial agulhas e seringas, destinados à execução do plano estadual de imunização contra Covid-19.

Na decisão que atendeu a um pedido do governo paulista e que terá de ser confirmada pelo plenário, o ministro do Supremo destacou que a atribuição do Ministério da Saúde de coordenar o plano nacional de imunização e o calendário de vacinas não exclui a competência dos demais entes federados no tema.

"Observo, ademais, que a incúria do governo federal não pode penalizar a diligência da administração do Estado de São Paulo, a qual vem se preparando, de longa data, com o devido zelo para enfrentar a atual crise sanitária". destacou.

Leia também

Lewandowski decidiu ainda que, se os materiais já tiverem sido entregues ao governo federal, ele terá de devolvê-los em até 48 horas sob pena de ter de pagar uma multa diária no valor de R$ 100 mil.

O governo paulista quer iniciar seu plano de imunização contra Covid-19 a partir do dia 25 de janeiro e o Instituto Butatan, ligado à gestão estadual, pediu nesta sexta-feira à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) um pedido de uso emergencial da CoronaVac, vacina da chinesa Sinovac desenvolvida em parceira com a entidade.

da Reuters