Mercado fechado
  • BOVESPA

    107.306,04
    +886,51 (+0,83%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.770,48
    -436,11 (-0,84%)
     
  • PETROLEO CRU

    82,70
    -1,95 (-2,30%)
     
  • OURO

    1.800,20
    +6,80 (+0,38%)
     
  • BTC-USD

    58.849,25
    -3.428,47 (-5,51%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.410,70
    -63,63 (-4,32%)
     
  • S&P500

    4.575,61
    +0,82 (+0,02%)
     
  • DOW JONES

    35.645,76
    -111,12 (-0,31%)
     
  • FTSE

    7.253,27
    -24,35 (-0,33%)
     
  • HANG SENG

    25.628,74
    -409,53 (-1,57%)
     
  • NIKKEI

    29.098,24
    -7,77 (-0,03%)
     
  • NASDAQ

    15.697,75
    +152,75 (+0,98%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4595
    +0,0054 (+0,08%)
     

Startups brasileiras receberam mais de US$ 622 milhões em 7 meses, diz estudo

·2 minuto de leitura

Startups brasileiras receberam mais de US$ 622 milhões (R$ 3,2 trilhões) de grandes empresas, por meio de 22 aportes, entre janeiro e julho deste ano. O levantamento é da comunidade independente de startups Distrito. O volume investido, segundo a pesquisa, já é mais do que o triplo dos aportes de 2020 — no caso, US$ 199 milhões em 27 negociações.

O estudo traz uma análise histórica ao mapear as transações deste tipo realizadas nos últimos 20 anos no país. Desde os anos 2000, o Brasil acumula 212 rodadas de investimentos de empresas em startups, das quais 162 tiveram os valores revelados. Neste ultimo caso, o total foi de US$ 1,3 bilhão (R$ 6,8 bilhões).

De acordo com o levantamento, cerca de 70% dos investimentos mapeados pelo Distrito ocorreram nos estágios iniciais das startups — isto é, seed e pré-seed. Historicamente isso demostra que o capital brasileiro para essas empresas tem como alvo principal companhias iniciantes.

Imagem: StartupStockPhotos/Pixabay
Imagem: StartupStockPhotos/Pixabay

As grandes companhias que mais investiram em startups nos últimos anos vieram do setor financeiro, varejista e de tecnologia. Cada área dessas foi responsável por 16, 15 e 14 aportes, respectivamente. Na outra ponta, as fintechs lideraram o número de aportes no período: 24, o equivalente a US$ 249 milhões (R$ 1,3 bilhão). Depois vieram as do mercado imobiliário e de construção: mais de US$ 379 milhões (R$ 2 bilhões) em quatro transações. O motivo para esse ultimo dado foram os altos investimentos no QuintoAndar em maio, na ordem dos US$ 300 milhões (R$ 1,5 bilhão).

As retailtechs, startups de varejo, também foram destaque: receberam 17 aportes que somaram US$ 206 milhões (R$ 1 bilhão). Já as martechs, da área de marketing e publicidade, captaram US$ 28 milhões (R$ 147 milhões).

“Com a pandemia e a recessão da economia global, era de se esperar um recrudescimento do CVC [capital de risco de empresas, na sigla em inglês]. Em uma situação adversa, o mais natural seria as corporações focarem no seu core business, na tentativa de se protegerem de um eventual impacto. No entanto, contrariando as expectativas, o CVC mostrou sua resiliência tal como a do ecossistema de venture capital mais tradicional. Cada vez mais as grandes empresas têm entendido a aproximação com as startups como um recurso estratégico e fundamental para a sua transformação digital”, completa Bruno Pina, chefe de inovação do Distrito.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos