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Startup usa nova lei para digitalizar contabilidade de empresas

·2 minuto de leitura

O foco da Basement é uma plataforma na qual empresas podem gerenciar suas stock options — nome do programa de compras de ações de uma companhia voltado a seus próprios funcionários. Como a nova lei 14.195/2021, aprovada na semana passada, deve reduzir a burocracia contábil de empresas brasileiras, a startup paulistana deve se aproveitar dela para ganhar mais clientes.

A lei instituiu o Sistema Integrado de Recuperação de Ativos (Sira), que deve facilitar a identificação e a localização de bens, devedores e ativos de uma empresa. Um de seus princípios é estimular a "racionalização e sustentabilidade econômico-financeira das soluções de tecnologia da informação e comunicação de dados". Entre as consequências previstas está a digitalização dos livros contábeis das empresas. Agora eles poderão ser autenticados eletronicamente.

Isso casa com a plataforma da Basement, que além de dar aos funcionários a oportunidade de acompanhar suas stock options, oferece soluções para gerenciamento de equity (patrimônio líquido da empresa) e de cap table, uma tabela contendo os acionistas da empresa e outros dados correlatos, como percentuais de participação nas ações e valor do patrimônio em cada rodada de investimentos.

Imagem: Reprodução/rawpixel.com/Freepik
Imagem: Reprodução/rawpixel.com/Freepik

Segundo a Exame, a Basement já captou R$ 5,9 milhões e embora tivesse inicialmente outras startups como seu público-alvo, as possibilidades abertas pela nova lei fizeram-na cogitar buscar voos maiores e mirar de olho em empresas do tipo sociedade anônima de capital fechado. A nova legislação agora permite a elas usar plataformas digitais em sua contabilidade.

"As stock options eram algo cuja importância vínhamos evangelizando. Agora, temos um mercado em que existe a possibilidade de solucionar o problema de controlar a participação em livros societários", afirmou ao site Frederico Rizzo, CEO da Basement.

Como consequência, a Basement já buscou juntas comerciais para validar eletronicamente os livros contábeis de mais empresas até o final do ano. Espera ainda que a redução da burocracia leve essas empresas a criarem ou ampliarem seus programas de stock options.

Fonte: Canaltech

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