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Startup usa IA para gestão preditiva de leitos no Hospital Sírio-Libanês em SP

·2 minuto de leitura

A capacidade de leitos hospitalares é um tema que se tornou mais sério na pandemia de COVID-19. Para tomar melhores decisões nesse sentido, o Hospital Sírio-Libanês, de São Paulo, contratou um modelo preditivo de gestão de leitos com uso de inteligência artificial (IA) criado pela startup 3778.

A IA da healthtech informa em tempo real o estado de cada leito do hospital – dizendo se está ocupado, vazio ou se precisa de manutenção –, hierarquiza as informações e avisa quais pontos precisam de atenção imediata.

A tecnologia percebe padrões nas internações: a cada novo paciente, é possível calcular quanto tempo ele deve ficar no hospital e planejar os recursos das áreas de assistência, hotelaria, manutenção e administração.

Imagem: Divulgação/Hospital Sírio-Libanês
Imagem: Divulgação/Hospital Sírio-Libanês

Especializada em gestão de dados de saúde e no histórico dos pacientes, a 3778 também adota modelos preditivos capazes de, por exemplo, recomendar cirurgias urgentes ou impedir a realização de exames desnecessários. O sistema novo trouxe resultados positivos: o tempo de espera por um leito no pronto-socorro no Sírio-Libanês caiu 20% e o tempo entre a alta e a saída dos pacientes diminuiu 23%.

Criada em 2018, a 3778 já atende mais de 1,3 milhão de pessoas no Brasil e faturou R$ 200 milhões no ano passado, segundo a Exame. O negócio conta com investidores como Randal Zanetti, criador da Odontoprev, e a gestora de investimentos LTS Investments, dos bilionários Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira.

"O hospital ganha mais quanto mais doentes as pessoas ficam, e os planos ganham mais se as pessoas usarem pouco o serviço. Nós ficamos no meio do caminho, e temos a independência como pilar", afirma Guilherme Salgado, médico e fundador da 3778. A startup tem levado seus aprendizados com o software para outros clientes.

Fonte: Canaltech

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