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Startup Theia cria rede de apoio para conciliar carreira e maternidade

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Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Atualmente, conciliar filhos e trabalho ainda é uma dificuldade no mercado de trabalho. De acordo com a Fundação Getúlio Vargas, cerca de 48% das mulheres deixam o mercado de trabalho em até 12 meses após o nascimento de filhos. De olho nisso, a Theia tenta criar um elo mais harmônico para a carreira de mães.

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Criada em 2019, a startup se posiciona como uma healthtech que, por meio de uma plataforma digital, faz conexões de pais precisando de ajuda com especialistas diversos. Há pediatras, consultores de aleitamento, terapeuta do sono, psicólogos, ginecologistas, nutricionistas e até coaching de carreira. Todos estão disponíveis 24 horas por dia, por vídeo e chat.

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“Queríamos algo que fosse muito pessoal, com propósito forte e alto potencial de mercado”, afirma Flavia Deutsch, fundadora da startup ao lado de Paula Crespi. “Entendemos que existe uma falta grande de rede de apoio especializada para pais e, principalmente, mães na jornada da maternidade, durante a gravidez e os primeiros anos dos filhos.”

Resultados iniciais

A plataforma surgiu como uma solução para funcionários de empresas. Dessa forma, companhias precisariam contratar a Theia como um benefício para seus colaboradores. Agora, a startup também já oferece serviços direcionados para famílias, a partir de um pacote de assinatura de R$ 89 mensais.

Flavia Deutsch e Paula Crespi, fundadoras da Theia (Foto: Divulgação)
Flavia Deutsch e Paula Crespi, fundadoras da Theia (Foto: Divulgação)

Basta entrar na plataforma, fazer um cadastro e indicar quais temas lhe interessam. A partir disso, é possível ter um especialista pessoal para te acompanhar nesses temas, cinco consultas por vídeo com especialistas e conteúdos sobre o assunto. O valor para empresas, enquanto isso, varia de acordo com o número de funcionários e as demandas pessoais.

Com esse formato, a Theia vê como positivos os resultados. A startup captou aproximadamente R$ 7 milhões em rodada que contou com os fundos de investimentos Kaszek Ventures e Maya Capital. Já são mais de mil horas em atendimento, com 10 mil mensagens ao time de cuidados e dezenas de milhares de visitas à plataforma.

“Por ser uma startup liderada por mulheres, em um mercado em que apenas 2% das startups de tecnologia tem mulheres na liderança, já é algo que nos diferencia”, diz Flavia.

Próximos passos

A Theia quer se consolidar após um ano no mercado. O principal ponto destacado, na entrevista com Flavia, é a consolidação do formato de venda da assinatura para famílias. “À medida que entramos [nesse setor], temos o desafio de ajustar o produto e serviço achar os melhores canais de crescimento”, diz.

Além disso, a empresa quer se tornar um serviço essencial para as 64,5% das mulheres que afirmaram, ao Datafolha, que os afazeres domésticos dificultam o home office — e para as 7 milhões de mulheres que perderam o trabalho em março, durante a pandemia. “Seremos a maior plataforma de cuidados com saúde de mulheres, gestantes e crianças”, afirma.

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