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Startup de terapias para insônia SleepUp recebe aporte de R$ 2 milhões

·2 min de leitura

A healthtech SleepUp recebeu nesta segunda-feira (8) um aporte de R$ 2 milhões dos grupos de investidores GVangels, Aimorés, PoliAngel, Sororité e Jupter, além de quatro executivos não informados. O dinheiro servirá para melhorar sua solução, pensada para baratear o tratamento da insônia.

Seu aplicativo (iOS | Android) usa terapias comportamentais e cognitivas baseadas em psicologia e medicina do sono, como a Terapia Cognitivo-Comportamental para Insônia, que consiste em uma abordagem psicoterapêutica nas causas e sintomas desse problema. Por isso, a plataforma traz atendimento de especialistas por meio de vídeo e chat, recursos de relaxamento e painéis de dados para o acompanhamento do médico ou psicólogo.

O aplicativo traz módulos gratuitos e pagos. A versão grátis dá acesso ao diário do sono, onde o usuário pode registrar a qualidade e a duração das noites dormidas, eventual uso de medicação, além de receber dicas de vida saudável, um teste clínico e relatórios diários sobre tratamentos. Os planos pagos vão de R$ 21,24 a R$ 399 por mês. Este último traz o programa TCCi completo.

Imagem: Zohre Nemati/Unsplash
Imagem: Zohre Nemati/Unsplash

Renata Bonaldi, uma das cofundadoras da SleepUp, tem mais de 15 anos de experiência em inovação. Ela pensou na solução em seu curso de especialização MBA na Inglaterra, onde estudava o uso de tecnologias vestíveis para o tratamento de doenças crônicas. O distúrbio do sono apareceu como a queixa número um entre os participantes do estudo, e ela viu potencial nesse nicho de mercado.

Segundo pesquisa da Associação Brasileira do Sono (ABS), 73 milhões de brasileiros sofrem de insônia. Em São Paulo, os índices são mais altos por conta do ritmo de vida intenso. Dados do Instituto do Sono revelam que 45% da população paulistana se queixa de insônia ou dificuldade para dormir, o que dá cerca de 5,5 milhões de pessoas afetadas. Em outra pesquisa, da Euromonitor, 30% das pessoas estão insatisfeitas com as soluções atuais, e 50% ainda buscam por novas tecnologias no setor.

Para Angélica Nkyn, líder do investimento pela Sororité, comunidade de investidoras-anjo executivas que investiu no aporte à SleepUp, a startup é disruptiva e pioneira em aparelhos médicos, "além do fato de ser liderada por mulheres, que foram critérios para confirmar nosso investimento na plataforma".

Fonte: Canaltech

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