Mercado abrirá em 2 h 23 min
  • BOVESPA

    112.611,65
    +1.322,47 (+1,19%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.466,02
    -571,03 (-1,12%)
     
  • PETROLEO CRU

    86,96
    +0,35 (+0,40%)
     
  • OURO

    1.791,80
    -3,20 (-0,18%)
     
  • BTC-USD

    36.633,46
    +107,23 (+0,29%)
     
  • CMC Crypto 200

    830,66
    +11,15 (+1,36%)
     
  • S&P500

    4.326,51
    -23,42 (-0,54%)
     
  • DOW JONES

    34.160,78
    -7,31 (-0,02%)
     
  • FTSE

    7.496,06
    -58,25 (-0,77%)
     
  • HANG SENG

    23.550,08
    -256,92 (-1,08%)
     
  • NIKKEI

    26.717,34
    +547,04 (+2,09%)
     
  • NASDAQ

    14.097,25
    +110,50 (+0,79%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,0458
    +0,0218 (+0,36%)
     

Startup ‘renova’ ervilhas amarelas de olho em mercado vegano

·2 min de leitura

(Bloomberg) -- A ervilha amarela, leguminosa popular nos Estados Unidos que alimentou soldados na Segunda Guerra e agora é um componente essencial na expansão do mercado de carne fake, há muito tempo precisa de uma nova versão.

Essa é a visão da Benson Hill, startup de tecnologia de alimentos que anunciou um plano para elaborar ervilhas amarelas proprietárias, não geneticamente modificadas e rastreáveis. Por meio da tecnologia de inteligência artificial e trabalhando com agricultores, a empresa pretende entrar no mercado com as novas ervilhas em três a cinco anos, disse o CEO Matt Crisp em entrevista.

O objetivo é chegar a ingredientes com melhor sabor e alto teor de proteína para a venda nos mercados de alimentos à base de plantas para humanos e animais de estimação. A ervilha amarela é a fonte de proteína de crescimento mais rápido para essas alternativas à carne, um mercado que deve movimentar US$ 140 bilhões globalmente até 2029, acima dos US$ 14 bilhões em 2019.

A Benson Hill, que deve abrir o capital neste trimestre, planeja elevar a proteína da ervilha amarela de 20% a 25% para mais de 30%. Isso ajudaria a reduzir o processamento, que consome muita água e energia, disse Crisp. Melhorar o sabor pode resultar em menos sódio necessário para mascarar sabores “desagradáveis”.

A produção de ervilhas amarelas e verdes dos EUA aumentou durante a Segunda Guerra Mundial, quando os grãos foram amplamente usados para alimentar soldados americanos no mundo todo. A produção se estabilizou entre 1948 até o início dos anos 2000, quando a demanda por alimentos e bebidas à base de vegetais deu um salto, disse Tim McGreevy, CEO do USA Dry Pea & Lentil Council em Idaho.

“Com inovação e foco em alimentos ecológicos, acho que veremos um aumento da demanda por essas culturas”, disse McGreevy.

More stories like this are available on bloomberg.com

Subscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.

©2021 Bloomberg L.P.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos