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Startup que trata lixo orgânico quer ser "Netflix da compostagem"

·2 min de leitura

Transformar lixo orgânico em adubo é uma atividade louvável, mas nem todo mundo consegue fazer isso com facilidade. A Composta+, uma startup de Curitiba, se propôs a ser uma "Netflix da compostagem". A empresa pega os resíduos do cliente e os devolve depois em forma de um quilo de adubo; para isso, seu serviço pode ser assinado mensalmente.

De acordo com reportagem do jornal Tribuna do Paraná, cerca de 800 residências e 200 empresas de Curitiba e região metropolitana já pagam pelo trabalho da Composta+. O plano de assinatura para recolhimento quinzenal, em uma residência, gira em torno de R$ 59,90 — por três anos até novembro, o preço era de R$ 49,90. Já o valor da assinatura para empresas começa em R$ 120, mas depende do volume gerado e da logística de coleta.

A empresa possui um barracão no bairro de Cidade Industrial para o transbordo do lixo orgânico e organização do material, além da área da compostagem. “O início se deu em Colombo e, aos poucos, fomos expandindo esse impacto com a nossa comunidade”, diz Igor Gonçalves Oliveira, 26 anos, diretor de marketing da Composta+.

A inspiração para criar a empresa veio de outro estado: de Monte Cristo, bairro de Florianópolis (SC) e local da Revolução dos Baldinhos, projeto de gestão comunitária nascido em 2008. Na época, a comunidade carente Chico Mendes, às margens da rodovia de acesso à ilha, sofria invasão de ratos e duas pessoas morreram por leptospirose. Houve uma mobilização e o lixo orgânico passou a ser coletado e transformado em compostagem.

Clientes ouvidos pela reportagem elogiaram o foco da startup. “A realidade é que eu me sinto bem entregando o meu lixo para a compostagem. Eu me incomodava muito quando fazia alguma comida, descascava uma cebola, cenoura, e jogava tudo isso no lixinho da pia. Eu precisava dar um jeito nisso”, contou ao jornal a publicitária Larissa Oksana, 33 anos.

Fonte: Canaltech

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