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Startup que ajuda pequenas lojas a pagarem fornecedores tem aporte de R$ 45 mi

·2 minuto de leitura

A TruePay recebeu nesta semana R$ 45 milhões em rodada seed (para startups consideradas iniciantes) coliderada pelos fundos Kaszek e Monashees. O valor é considerado um dos mais altos já levantados no Brasil para uma companhia neste estágio. A fintech de modelo B2B (entre grupos corporativos) permite a pequenos lojistas usarem os recebíveis — valores a receber das compras de seus clientes — vindos do cartão de crédito para pagar seus fornecedores, sem taxas adicionais.

O fornecedor costuma assumir riscos ao entregar os suprimentos ao varejista, quando este paga não com dinheiro em espécie, mas por meio de crédito. Só que há um limite para essa operação. O propósito da startup é oferecer crédito rápido, fácil e sem custo para varejistas crescerem. Ao mesmo tempo, eles mantêm a dinâmica de crédito com os fornecedores, que agora receberão mais rápido por seus serviços prestados.

Esse reforço financeiro na relação varejo-fornecedor veio em boa hora, já que muitas pequenas empresas tiveram suas finanças fragilizadas na pandemia de COVID desde o ano passado. Em todo o Brasil, 75 mil lojas com vínculos empregatícios fecharam em 2020, de acordo com a Confederação Nacional do Comércio (CNC).

Imagem: Elements/LightFieldStudios
Imagem: Elements/LightFieldStudios

“No contexto atual, o varejista encontra muita dificuldade em conseguir crédito, e, quando consegue, tem que pagar taxas ou juros altíssimos", comenta Eduardo Cascão, cofundador da TruePay. “Nosso objetivo é mudar o mito de que empreender no Brasil é uma missão quase impossível e com pouca colaboração externa”, destaca o segundo cofundador, Pedro Oliveira.

Uma recente regulação do Banco Central sobre registro de recebíveis, que entrou em vigor em 7 de junho de 2021, permitiu à startup trazer essa solução aos pequenos lojistas. “Até agora, o varejista estava refém das maquininhas, que cobram taxas abusivas para antecipar um dinheiro que já era dele. Com a TruePay, ele consegue acessar esse dinheiro de forma gratuita e fácil", diz Oliveira.

Fonte: Canaltech

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