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Startup Laura recebe R$ 10 mi para prevenir infecção hospitalar

·3 minuto de leitura

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A startup do setor de saúde Laura, que usa inteligência artificial para prever casos de infecção generalizada em hospitais captou seu primeiro investimento, de R$ 10 milhões.

A empresa iniciou testes em um primeiro hospital em 2016. Mas a ideia de propor uma tecnologia para melhorar o atendimento hospitalar começou a ser avaliada pelo empresário Jacson Fressatto seis anos antes, após ele perder sua filha recém-nascida vítima da doença.

A companhia usa inteligência artificial para analisar dados do prontuário médico e dos indicadores de sinais vitais dos pacientes internados e, a partir deles, indicar à equipe médica indícios de infecção para que a resposta seja rápida.

Para fora dos hospitais, a empresa também oferece atendimento a partir do robô Laura, que, ao interagir com o paciente, analisa informações inseridas por ele e sugere qual o serviço de saúde a ser buscado no seu caso, entre opções como pronto-socorro ou atendimento remoto. Está disponível para clientes de operadoras de saúde parceiras.

O serviço da empresa é usado em 40 instituições de saúde, incluindo hospitais e operadoras. Há empresa tem o objetivo de expandir o atendimento para secretarias de saúde.

Segundo Fressatto, os recursos, que vieram principalmente do fundo americano GAA Investments, serão investidos em pesquisa e para expansão geográfica da empresa, hoje concentrada nas regiões Sul e Sudeste. A companhia fechou a captação com 40 funcionários e espera terminar o ano com 80.

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Veja outros investimentos no mercado de startups:



Shopper.com

O supermercado online que permite programar compras recorrentes Recebeu R$ 120 milhões. Entre os investidores estão o fundo Quartz, a empresa Minerva e o executivo José Galló, presidente do conselho da Renner.

A startup diz ter 250 mil pessoas cadastradas em seu serviço e 500 funcionários. Está presente em 22 cidades do estado de São Paulo, número que deve triplicar neste ano.

Stake

A fintech australiana que busca facilitar investimentos na bolsa americana para estrangeiros obteve R$ 210 milhões dos fundos DST e Tiger.

A empresa tem escritório no Brasil com 20 funcionários e prevê dobrar sua estrutura neste ano. Afirma contar com 350 mil clientes em quatro mercados.

Marvin

Recém-criada, a fintech que atua em parceria com indústrias para que elas ofereçam crédito para seus clientes a partir dos recebíveis de cartão de crédito foi avaliada em R$ 65 milhões em investimento que não teve valor divulgado da Mauá Capital, gestora liderada pelo ex-diretor do Banco Central Luiz Fernando Figueiredo.

B4A

Dona dos clubes de assinatura de produtos de beleza feminina Glambox e dos produtos masculinos Clube da Men's, além de marcas próprias e loja virtual, a empresa Recebeu R$10 milhões em uma rodada de investimentos liderada pela AcNext Capital e com a participação de Eduardo Chalita, fundador da Nova.com e presidente da Americanas.com e Donato Ramos, Diretor Executivo da Imaginarium.

Lupeon

A gestora de fretes rodoviários, aéreos e por correio obteve investimento de R$ 4,5 milhões da SP Ventures.

TruggHub

A startup para frete online que permite a compra de espaços ociosos em caminhões captou R$ 1,4 milhão em investimento que veio principalmente da Randon Ventures.

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