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Startup lança carteira digital de vacinas para facilitar volta ao presencial

·2 minuto de leitura

A vacinação de COVID da população brasileira já é um processo digital, pois cada pessoa tem acesso à sua versão em pixels da carteirinha de papel com o app Conecte SUS. Mas a White Tents, uma startup de São Paulo, desenvolveu nesta segunda-feira (23) o app Imune, uma carteira digital mais ampla, que reúne dados de vacinação de uma quantidade maior de pessoas, como famílias e equipes de empresas.

A solução na nuvem, que também é aplicativo para celular (iOS | Android), permite centralizar dados sobre as vacinas já tomadas e as futuras por familiares, funcionários de companhias e alunos de escolas. Ela armazena informações como o fabricante da vacina, as datas, local de vacinação e alertas sobre o prazo para o retorno ao posto de saúde para tomar uma nova dose.

Martin Hoberman, CEO e cofundador da White Tents (Divulgação/White Tents)
Martin Hoberman, CEO e cofundador da White Tents (Divulgação/White Tents)

A ideia da startup é dar aos gestores de escolas, executivos dos recursos humanos das empresas e autoridades informações para "promover políticas de vacinação proativas ou rapidamente reagir a eventuais surtos de doenças infecciosas". Segundo a White Tents, o tratamento de dados da solução tem criptografia e segue as regras da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).

A plataforma está sendo testada no Hospital Albert Einstein, em São Paulo, em suas campanhas de vacinação internas e para terceiros. O objetivo da startup é captar 3 milhões de usuários e 1 mil empresas até o final de 2022.

“Uma pessoa que cuida de seus pais idosos precisa ter um registro fácil e detalhado de quando eles foram vacinados contra a gripe”, argumenta Martin Hoberman, CEO e cofundador da White Tents. “Quando esses dados estão sistematizados e detalhados na nuvem, o acesso e o compartilhamento das informações fica extremamente ágil e fácil.”

A digitalização dos dados de COVID vem sendo considerada uma possibilidade forte para os próximos meses, quando espera-se que a pandemia arrefeça no Brasil e no mundo. Os setores de turismo e de entretenimento, por exemplo, creem em um passaporte digital que reúna as informações de vacinação dos viajantes.

Fonte: Canaltech

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