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Startup espacial Rocket Lab celebra boa fase com estreia na Bolsa de NY

·2 minuto de leitura

A Rocket Lab, empresa de lançamentos espaciais dos EUA, concluiu nesta quarta-feira (25) sua fusão com a Vector Acquisition Corporation, grupo de aquisição que investe bastante em companhias de tecnologia. Com isso, as ações da Rocket Lab já estão à venda para o grande público na Nasdaq, uma das Bolsas de Valores de Nova York, sob o símbolo "RKLB". A transação deve trazer ao caixa da Rocket Lab cerca de US$ 777 milhões (R$ 4,1 bilhões na cotação atual).

Fundada na Nova Zelândia em 2006, onde até hoje tem instalações, a empresa é uma importante companhia de exploração comercial do espaço dos últimos anos. Seu foco é no lançamento de pequenos satélites, tendo enviado até o momento 105 deles. Seus principais produtos são os foguetes Neutron (de médio porte) e Electron (de pequeno porte), além da nave de descarga de satélites Photon.

O Neutron tem 40 metros de altura e é capaz de levar carga de 8.000 quilos para órbitas baixas ou 1.500 quilos até destinos como Marte ou Vênus. O Photon também pode executar missões interplanetárias e, na segunda (23), a empresa anunciou planos de fabricar duas naves do tipo para uma missão científica a Marte.

Foguete Electron da Rocket Lab (Imagem: Divulgação/Rocket Lab)
Foguete Electron da Rocket Lab (Imagem: Divulgação/Rocket Lab)

Em uma missão em maio, o motor do segundo estágio do Electron — foguete reutilizável com o motor Rutherford, no qual as bombas de combustível são alimentadas eletricamente — apresentou uma falha e acabou perdendo os satélites que seriam levados ao espaço. Mas, no final de julho, a Rocket Lab conseguiu lançar outra missão, levando um satélite da Força Espacial dos Estados Unidos à órbita baixa da Terra.

"Nossa equipe está motivada pelo enorme impacto que podemos ter na Terra, tornando mais fácil chegar ao espaço e fazer coisas incríveis lá. Estamos entusiasmados em tornar isso realidade, embarcando em nosso próximo capítulo como uma empresa pública", disse o fundador e CEO da Rocket Lab, Peter Beck, em um comunicado sobre a abertura de ações.

A nova moda das empresas espaciais é abrir seu capital. Por exemplo, uma concorrente da Rocket Lab, a californiana Astra, entrou na Bolsa em 30 de junho. Na semana passada, outra companhia do setor, a Virgin Orbit, anunciou um acordo de aquisição que a fez valer US$ 3,2 bilhões.

Fonte: Canaltech

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