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Startup chinesa iSpace falha em segundo lançamento de satélite e perde a carga

Danielle Cassita
·2 minuto de leitura

Depois de alguns atrasos ocorridos no ano passado, nesta segunda-feira (1º) a empresa privada chinesa iSpace tentou repetir o feito de lançar um satélite para a órbita terrestre com o foguete Hyperbola-1, mas não teve sucesso: o veículo apresentou uma falha poucos segundos após decolar do Jiuquan Satellite Launch Center, no deserto de Gobi. O foguete levava o satélite Fangzhou-2 (Ark-2), que acabou perdido.

De acordo com informações da Xinhua, a agência de notícias chinesa, o foguete voou com uma anomalia que resultou na falha da missão. As imagens do lançamento publicadas em redes sociais sugerem que o problema surgiu pouco depois de o veículo sair da plataforma; nelas, é possível ver uma fumaça saindo da parte frontal do foguete, que foi também a parte que se desintegrou instantes depois, resultando em uma chuva de detritos no deserto.

Confira imagens do lançamento:

A falha ocorreu 18 meses após a iSpace se tornar a primeira empresa privada do país a alcançar a órbita com o foguete: naquela missão, o Hyperbola-1 alcançou altitude de 300 km e levou pequenos satélites para a órbita para o monitoramento do clima, locais de desastres e pesquisas sobre a Terra. O sucesso veio após as empresas Landspace e Onespace também tentarem realizar lançamentos em 2018 e 2019, respectivamente, mas sem sucesso.

O foguete Hyperbola-1 é formado por três estágios alimentados por propelente sólido, junto de um quarto que contém propelente líquido. Com altura de 20,8 m e massa de aproximadamente 30 toneladas métricas no momento da decolagem, o foguete utilizado neste lançamento parece ter passado por algumas mudanças significativas em relação ao seu antecessor.

A missão Hyperbola-1 foi a terceira tentativa de lançamento neste ano, e vem seguida dos lançamentos do satélite de comunicação Tiantong-1 e do grupo de satélites de reconhecimento Yaogan-31, ambos lançados em janeiro. Agora, a empresa está trabalhando em um teste de estágio do Hyperbola-2 para utilizá-lo em testes de “saltos” de alguns metros de altitude, 1 km e 100 km ao longo deste ano.

Fonte: Canaltech

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