Mercado abrirá em 4 h 35 min
  • BOVESPA

    122.515,74
    +714,95 (+0,59%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.869,48
    +1,16 (+0,00%)
     
  • PETROLEO CRU

    71,53
    +0,27 (+0,38%)
     
  • OURO

    1.812,60
    -9,60 (-0,53%)
     
  • BTC-USD

    38.616,97
    -1.294,73 (-3,24%)
     
  • CMC Crypto 200

    936,13
    -24,77 (-2,58%)
     
  • S&P500

    4.387,16
    -8,10 (-0,18%)
     
  • DOW JONES

    34.838,16
    -97,31 (-0,28%)
     
  • FTSE

    7.101,30
    +19,58 (+0,28%)
     
  • HANG SENG

    26.194,82
    -40,98 (-0,16%)
     
  • NIKKEI

    27.641,83
    -139,19 (-0,50%)
     
  • NASDAQ

    14.983,50
    +30,75 (+0,21%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1192
    -0,0249 (-0,41%)
     

Startup aposta em leite à base de castanha de caju e cresce 400% na pandemia

·1 minuto de leitura

A Nice Foods, startup paranaense voltada a alimentos sem origem animal, surgiu em 2019 com a ideia de produzir sorvetes veganos. No entanto, um dos ingredientes acabou virando seu produto carro-chefe: um leite à base de castanha de caju, chamado Nice Milk.

Um pote com 450 gramas (R$ 54,90) com essa pasta rende 6,5 litros de leite vegetal na diluição em água, o que dá um preço por litro de R$ 8,45. O produto deu tão certo que o faturamento da empresa cresceu 400% do final de 2020 para o primeiro semestre deste ano.

A startup é uma criação do publicitário Thiago Lorusso, 33 anos, com a bióloga Paola Stier, de 26 anos. Lorusso curiosamente empreendia em um negócio quase o oposto do atual: uma empresa de artigos de couro animal.

Thiago Lorusso e Paola Stier, do Nice Foods. Imagem: Divulgação/Nice Foods
Thiago Lorusso e Paola Stier, do Nice Foods. Imagem: Divulgação/Nice Foods

O curioso é que o leite como produto para o público surgiu de um problema de logística. Com a pandemia de COVID-19, os custos de distribuição do sorvete ficaram mais altos. Além disso, um dos sócios do casal desfez a parceria.

"A maioria das lojas onde vendíamos tiveram que fechar as portas. A incerteza era muito grande", diz Lorusso ao Canaltech. "Tivemos que desenvolver um método para fazer leite de castanha de caju que pudesse ser fácil de armazenar, fácil de preparar e que melhorasse a cremosidade do produto final. Então desenvolvemos o leite vegetal em pasta", explica.

A Nice Foods espera nos próximos anos ampliar a produção de 1,5 tonelada por mês para 18 toneladas, além de lançar um concentrado de aveia, abrir uma fábrica própria e fazer parcerias com lojistas, cafeterias e restaurantes.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos