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Starbucks é processado nos EUA por alegações de retaliação sindical

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Conselho trabalhista dos EUA está processando o Starbucks por alegações de retaliação sindical. Foto: Stanislav Kogiku/SOPA Images/LightRocket/Getty Images.
Conselho trabalhista dos EUA está processando o Starbucks por alegações de retaliação sindical. Foto: Stanislav Kogiku/SOPA Images/LightRocket/Getty Images.

Resumo da notícia:

  • Nos Estados Unidos, o Conselho Nacional de Relações Trabalhistas entrou com uma petição no tribunal federal para solicitar que o Starbucks recontrate três funcionários;

  • Os funcionários afirmam que foram demitidos por envolvimento sindical;

  • As unidades da empresa de todo o país estão participando cada vez mais de um esforço nacional de sindicalização.

Nos Estados Unidos, o Conselho Nacional de Relações Trabalhistas (NRLB, na sigla em inglês) anunciou na sexta-feira (22) que está entrando com uma petição no tribunal federal para solicitar que o Starbucks, empresa de rede de cafeterias, recontrate três funcionários que alegam ter sido demitidos por envolvimento sindical.

Cornele Overstreet, diretor do NRLB de Phoenix, no Arizona, fez um pedido de liminar ao tribunal para que os três envolvidos fossem reintegrados a seus empregos com horários e acomodações habituais e as disciplinas fossem retiradas dos registros.

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“Os funcionários têm o direito fundamental de escolher se querem ou não ser representados pelo sindicato sem restrição ou coerção por parte de seu empregador”, comunicou Overstreet.

“A fé dos funcionários da Starbucks em todo o país na democracia trabalhista não será restaurada a menos que esses funcionários sejam imediatamente reintegrados sob a proteção de uma ordem judicial federal”, continuou o diretor.

Segundo funcionários de uma unidade do Starbucks no Arizona, a empresa começou a adotar um padrão de retaliação depois que trabalhadores da região começaram a se organizar.

Laila Dalton, 19, é um desses exemplos. A jovem, que trabalhava como barista em uma unidade da rede, afirma que foi demitida após se organizar publicamente.

Ela e outros funcionários apresentaram queixa ao NLRB em janeiro, alegando que a companhia violou a lei federal.

Nos últimos meses, unidades da empresa de todo o país vêm participando cada vez mais de um esforço nacional de sindicalização

*As informações são da Business Insider.

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