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SpaceX "pausou" lançamentos de novos satélites Starlink para adicionar lasers

·2 minuto de leitura

O último lançamento de satélites Starlink, da SpaceX, aconteceu no fim de junho. Os três satélites foram lançados acompanhados por mais de 140 de outras empresas, que “pegaram carona” no foguete Falcon 9. Desde então, a SpaceX não fez novos lançamentos Starlink à órbita terrestre, mas, nesta terça-feira (24), Gwynne Shotwell, presidente e diretora de operações na SpaceX, explicou que essa pausa temporária se deve a um processo de adição de lasers aos satélites.

Desde o lançamento de junho, a empresa seguiu em silêncio sobre os próximos passos para a constelação, criada para oferecer conectividade de alta velocidade e baixa latência mesmo em regiões remotas. Durante a 36º edição do evento Space Symposium, realizada nesta semana, Shotwell explicou que a SpaceX está enviando terminais a laser ao espaço no momento, e espera integrar os dispositivos em todos os satélites. “É por isso que estamos ‘parados’ por seis ou oito semanas — queríamos que o próximo conjunto tenha terminais a laser”, afirmou ela.

Os terminais aos quais Shotwell se referiu permitem que os satélites transfiram informações entre si e se comuniquem de outras maneiras. Através dessa tecnologia, a SpaceX espera que as estações em solo na Terra não sejam necessárias a cada conjunto de satélites que integre a constelação e, além disso, a adição dos lasers poderá permitir que a cobertura de internet chegue a regiões em que as estações terrestres não possam ser construídas. Esses terminais já foram adicionados a um lote de satélites Starlink em janeiro de 2021.

Em sua fala, Shotwell destacou também que essa calmaria toda não deverá ser mantida por muito mais tempo. Segundo ela, a SpaceX deverá retomar os lançamentos de satélites Starlink em cerca de três semanas. Assim, a empresa continuará expandindo a constelação que, atualmente, já conta com mais de 1.600 unidades em órbita — e, enquanto esse número deverá aumentar, Shotwell afirmou que a SpaceX segue buscando formas de evitar colisões e reduzir os riscos em órbita. “A pior coisa do mundo é ter uma colisão”, disse ela, ressaltando que os satélites têm tecnologia autônoma para evitar colisões.

Fonte: Canaltech

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