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SpaceX lança mais 60 satélites Starlink; constelação já soma 1.200 unidades

Danielle Cassita
·3 minuto de leitura

Nesta quinta-feira (11), a SpaceX lançou com sucesso mais uma leva de satélites Starlink. As novas unidades irão compor a megaconstelação de satélites da empresa, projetada para fornecer internet de alta velocidade para todo o mundo, mesmo em localidades remotas. O lançamento do conjunto de 60 satélites ocorreu com o foguete Falcon 9, em Cape Canaveral, e representa também mais um avanço para a expansão internacional do serviço.

Os nove motores Merlin 1D do Falcon 9 foram ativados às 5h13 no horário de Brasília, dando início à sétima missão lançada pela SpaceX neste ano. Os motores guiaram o foguete pelo litoral da Flórida, até que o primeiro estágio do veículo foi liberado para pousar na embarcação “Just Read the Instructions”, no Oceano Atlântico. Ao pousar, o propulsor encerrou sua sexta viagem feita com sucesso.

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Algum tempo depois, o segundo estágio do Falcon 9 reativou o motor para injetar os satélites na órbita adequada. Eles foram liberados de uma só vez às 6h18, enquanto o foguete seguia à altitude de 291 km ao sul da Nova Zelândia. De acordo com informações dos oficiais da SpaceX, os satélites foram posicionados com sucesso na órbita desejada. A missão completou o 110º lançamento do Falcon 9 feito desde 2010, e o 94º em uma sequência de voos de sucesso com os foguetes da linha Falcon.

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O lançamento de hoje foi a 21º missão que a SpaceX dedica ao lançamento dos satélites. Com essa nova leva, a empresa já soma o total de 1.200 Starlink na órbita, sendo que 310 deste total foram lançados somente neste ano. Hoje, a SpaceX possui aprovação da Federal Communications Commission, agência reguladora de telecomunicações nos Estados Unidos, para ter cerca de 12 mil satélites em diversas altitudes e inclinações, todos a algumas centenas de quilômetros de altitude. Assim, é possível fornecer internet de alta velocidade e baixa latência.

Alguns clientes já podem acessar a rede por meio de um programa de testes beta, direcionado apenas a usuários que receberam um convite. Para usar a conexão Starlink, é necessário adquirir um kit com antena, um roteador Wi-Fi, uma fonte de energia e um tripé por U$ 499, além de pagar uma taxa mensal de U$ 99. Inicialmente, este programa de testes era limitado a algumas regiões dos Estados Unidos e Canadá, chegando posteriormente ao Reino Unido. Durante a transmissão da missão, os oficiais comentaram que o serviço será expandido para outras regiões do Reino Unido, bem como na Alemanha e Nova Zelânida.

Recentemente, a SpaceX ampliou o programa de testes beta, permitindo que usuários de diversos países façam uma reserva para terem prioridade quando o serviço chegar às suas regiões, contanto que paguem outra taxa de U$ 99. Os interessados no Brasil já começaram a ser notificados de que podem fazer o pedido da reserva — contudo, a SpaceX ressalta que pagar a taxa não garante que o serviço será recebido na região, já que há diversos outros fatores envolvidos. Entre eles, está a liberação da Anatel, que precisa conceder a autorização para a SpaceX para fornecer internet por aqui.

Fonte: Canaltech

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