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SpaceX demite ao menos cinco funcionários após carta com críticas a Elon Musk

SpaceX demitiu ao menos cinco funcionários após carta com críticas a Elon Musk, diz agência de notícias. Foto: Yasin Ozturk/Anadolu Agency via Getty Images.
SpaceX demitiu ao menos cinco funcionários após carta com críticas a Elon Musk, diz agência de notícias. Foto: Yasin Ozturk/Anadolu Agency via Getty Images.
  • Ao menos cinco funcionários da SpaceX foram demitidos após publicarem carta aberta com críticas a Elon Musk;

  • Presidente da companhia confirmou em e-mail interno que a empresa 'dispensou vário funcionários envolvidos' na elaboração da carta;

  • O documento chegou a 2,6 mil funcionários.

Ao menos cinco funcionários da empresa de foguetes SpaceX, comandada por Elon Musk, foram demitidos depois de redigir e publicar uma carta com críticas ao bilionário, segundo informações da agência de notícias britânica Reuters. O texto também cobrava mais inclusão na cultura da companhia.

Com o nome de “uma carta aberta aos executivos da SpaceX”, a carta alegava que Musk é uma “distração e constrangimento” para a própria empresa e que esta deveria se “separar rápida e explicitamente da marca pessoal de 'Elon'", assim como “manter toda a liderança igualmente responsável por tornar a SpaceX um ótimo lugar para trabalhar para todos” e "definir e responder uniformemente a todas as formas de comportamento inaceitáveis".

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O documento chegou a 2,6 mil empregados por meio de canal interno de comunicação. Na última quinta-feira (16), o jornal norte-americano The New York Times divulgou que a SpaceX havia mandado embora funcionários ligados à carta, mas sem detalhamentos quanto ao número de demitidos.

A presidente e COO da companhia, Gwynne Shotwell, confirmou por meio de e-mail repassado aos funcionários que a empresa havia "dispensado" aqueles que estiveram envolvidos na elaboração da carta após investigação interna.

"A carta, as solicitações e o processo geral fizeram os funcionários se sentirem desconfortáveis, intimidados e/ou irritados porque a carta os pressionou a assinar algo que não refletia seus pontos de vista. Temos um muito trabalho crítico a realizar e não há necessidade desse tipo de ativismo exagerado”, afirmou ela em comunicado que chegou ao The New York Times.