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SP volta atrás na flexibilização do uso de máscaras em locais abertos após Ômicron

·2 min de leitura
Pedestres usando máscaras caminham em rua comercial de São Paulo

Por Eduardo Simões

SÃO PAULO (Reuters) - O governo do Estado de São Paulo recuou da decisão de flexibilizar o uso de máscaras em locais abertos a partir de 11 de dezembro, citando a variante Ômicron do coronavírus, anunciou a gestão estadual nesta quinta-feira.

De acordo com nota do governo paulista, o recuo atendeu a recomendação feita pelo comitê científico que assessora a gestão estadual no combate à pandemia de Covid-19, após o governador João Doria (PSDB) pedir uma nova avaliação do grupo por causa da Ômicron.

"Decidimos adotar essa medida por prudência com o cenário epidemiológico no Estado. Todos os números demonstram que a pandemia está recuando em São Paulo, mas vamos optar pela precaução. O nosso maior compromisso é com a saúde da população", disse Doria, segundo nota.

Ao reavaliar a flexibilização do uso de máscaras, o comitê científico apontou as incertezas em torno da Ômicron, detectada inicialmente na África do Sul e que já teve casos em vários países, entre eles o Brasil, com três confirmações em viajantes que vieram da África, todos eles moradores do Estado de São Paulo.

A Ômicron tem gerado preocupações de cientistas e do mercado financeiro por causa da grande quantidade de mutações que tem na proteína spike, usada pelo coronavírus para infectar as células. Os receios são de que a nova cepa possa driblar a imunidade induzida pelas vacinas existentes.

Entretanto, alguns fabricantes de vacinas afirmaram que, embora seja possível que os imunizantes sejam menos eficazes contra a Ômicron, é provável que eles protejam infectados pela nova variante de quadros graves da Covid-19 que levam à hospitalização e à morte.

Especialistas sul-africanos apontaram que, até o momento, os casos da Ômicron no país têm levado a quadros amenos da doença. No entanto, cientistas alertam que são necessários mais estudos sobre a nova cepa para responder às várias perguntam que ainda a rondam.

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