Mercado fechado
  • BOVESPA

    102.224,26
    -3.586,99 (-3,39%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    49.492,52
    -1.132,48 (-2,24%)
     
  • PETROLEO CRU

    68,15
    -10,24 (-13,06%)
     
  • OURO

    1.788,10
    +1,20 (+0,07%)
     
  • BTC-USD

    55.159,61
    +708,57 (+1,30%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.365,60
    -89,82 (-6,17%)
     
  • S&P500

    4.594,62
    -106,84 (-2,27%)
     
  • DOW JONES

    34.899,34
    -905,04 (-2,53%)
     
  • FTSE

    7.044,03
    -266,34 (-3,64%)
     
  • HANG SENG

    24.080,52
    -659,64 (-2,67%)
     
  • NIKKEI

    28.751,62
    -747,66 (-2,53%)
     
  • NASDAQ

    16.051,00
    -315,00 (-1,92%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,3485
    +0,1103 (+1,77%)
     

SP tem 87% da população vacinada contra covid-19, mais que EUA e Alemanha

·1 min de leitura

No Estado de São Paulo, 87% da população adulta já está completamente vacinada contra a covid-19, ou seja, tomou as duas doses (ou, no caso do imunizante da Janssen, a dose única). Essa porcentagem é mais alta que a população dos EUA (68%), do Reino Unido (68%) e da Alemanha (75%). Mais de 38 milhões de paulistas com 12 anos ou mais receberam pelo menos uma dose das vacinas: cerca de 98,1% da população.

São Paulo é o quinto território no ranking de totalmente vacinados, atrás de Espanha (88%), Canadá (84%), França (79%) e Itália (79%). Além disso, o estado é, atualmente, o líder em vacinação em todo o território brasileiro, tanto no que diz respeito à população completamente vacinada quanto à população que tomou apenas a primeira dose.

(Imagem: FabrikaPhoto/Envato Elements)
(Imagem: FabrikaPhoto/Envato Elements)

O local que hoje tem a maior taxa de cobertura vacinal é justamente a capital de São Paulo, com direito a 92,2% da população completamente vacinada. Entretanto, os especialistas apontam que ainda há um excedente de pessoas com a primeira dose aguardando a segunda por conta do prazo do intervalo. Com isso em mente, o governo do estado optou por reduzir o intervalo das vacinas da AstraZeneca e da Pfizer.

Os especialistas ressaltam que tem ocorrido uma diminuição expressiva de hospitalização, internação em Unidades de Terapia Intensiva [UTIs] e taxa de óbitos devido à vacinação em SP. Por enquanto, o maior desafio que o estado enfrenta está atrelado às pessoas que não tomaram a segunda dose, ou pior, seja pelo intervalo, seja por abandono.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos