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SP ignora recomendação da Anvisa e mantém antecipação da dose de reforço

·2 min de leitura

SÃO PAULO — O governo do Estado de São Paulo manterá a antecipação da dose de reforço de vacina contra Covid-19 para 4 meses, mesmo após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendar que a decisão fosse reavaliada. Antes, o prazo para essa aplicação extra era de 5 meses.

Em nota, a Secretaria de Estado de Saúde informou que “ reduziu o intervalo de aplicação da dose de reforço no estado para 4 meses após análise dos especialistas do Comitê Científico da Covid-19 do estado”. Também diz que a decisão mira em experiências de fora do país.

A pasta ainda faz menção a um estudo científico publicado na revista The Lancet — que sugere que intervalos mais curtos oferecem maiores níveis de anticorpos com a vacina da Pfizer.

Outras justificativas da gestão de João Doria (PSDB) são “o cenário epidemiológico no mundo, a proximidade das festas de final de ano, a inserção da nova variante no país, e o fato de SP ser porta de entrada de outros países via portos e aeroportos”, diz a nota.

O parecer da Anvisa foi publicado na sexta-feira, no final do dia. Nele, a agência elenca preocupações sobre um prazo antecipado e generalizado da aplicação da terceira dose. No documento, a reguladora diz que não está claro se os benefícios da antecipação superam os riscos da aplicação.

Há, inclusive, o alerta de que a redução generalizada do intervalo de aplicação do reforço das diferentes vacinas contra a Covid-19 poderia favorecer o aumento e o aparecimento de reações adversas.

A nota da agência é direcionada à prefeitura da cidade de São Paulo, que inicialmente acionou a reguladora ao sinalizar o interesse de antecipar as doses. Tão logo a prefeitura se movimentou, o governo do estado encampou a ideia e estendeu a medida para todos os 645 municípios paulistas. A operacionalização, contudo, cabe à cada cidade, mediante seus estoques de imunizantes.

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