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SP antecipa para sexta (6) vacinação contra a Covid-19 para população com 25 anos

·4 minuto de leitura
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 07.07.2021 - O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), acompanha a vacinação contra a Covid-19 para pessoas com 40 anos no Mega Posto da FMU Santo Amaro, zona sul da capital. (Foto: Rivaldo Gomes/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 07.07.2021 - O prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB), acompanha a vacinação contra a Covid-19 para pessoas com 40 anos no Mega Posto da FMU Santo Amaro, zona sul da capital. (Foto: Rivaldo Gomes/Folhapress)

GONÇALVES, MG (FOLHAPRESS) - A gestão de Ricardo Nunes (MDB) anunciou, na tarde desta terça-feira (3), a antecipação do calendário de vacinação contra a Covid-19 na cidade de São Paulo.

Quem tem 25 anos poderá tomar a primeira dose de uma das vacinas disponíveis contra o coronavírus já nesta sexta-feira (6). Os moradores com 26 anos terão a mesma oportunidade a partir de quinta (5). E os com 27 anos, de quarta (4) em diante.

O próximo sábado (7), segundo Nunes, será um dia reservado para que a população procure as 468 UBSs (Unidades Básicas de Saúde) do município para receber a segunda dose. O prefeito informou também que, nesta terça, 83,8% da população adulta da capital paulista já havia tido acesso à primeira dose.

Até o momento, pouco mais de 7,5 milhões de moradores haviam sido inoculados com a primeira dose e outros 2,7 milhões com a segunda dose, segundo o Vacinômetro SP, ferramenta do governo paulista que monitora o ritmo da imunização no estado.

A vacinação tem refletido também na queda do número de pacientes internados com Covid-19 nos hospitais da cidade. Segundo os dados mais atualizados da prefeitura, a taxa de ocupação de leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e de enfermaria atingiu 41% e 25%, respectivamente, nesta terça.

A letalidade também vem caindo. Nos primeiros três meses deste ano, 32% dos pacientes internados por Covid-19 nos hospitais paulistanos morreram. Hoje, de acordo com a prefeitura, o índice gira entre 13% e 15%. A previsão é de que o indicador apresente quedas ainda mais consistentes quanto mais gente conseguir concluir o esquema vacinal.

Uma leva de 250 mil moradores entre 50 e 54 anos são esperadas nos próximos dias para receber a segunda dose de uma das vacinas autorizadas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Mas apesar da boa aceitação da vacina, a prefeitura diz estar à procura de 197 mil pessoas que ainda não retornaram aos postos de vacinação para receber a segunda dose. "Estamos fazendo busca ativa para que todos sejam imunizados", disse Nunes na coletiva virtual à imprensa desta terça.

Equipes da secretaria de Saúde do município têm feito contato telefônico e ido aos endereços dos faltosos para convencê-los a completar a imunização. Essa tática pró-vacina já alcançou só no último sábado (31) ao menos 50 mil moradores. Nunes não informou, porém, quantas dessas pessoas foram a um dos cerca de 700 locais de vacinação após serem procuradas.

VARIANTE DELTA PREOCUPA

A preocupação das autoridades sanitárias do município, no momento, está centrada na circulação da variante Delta, que tem se mostrado mais transmissível e letal.

O primeiro caso de contaminação pela variante na capital paulista foi registrado no dia 5 de julho, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. De lá para cá, institutos de pesquisa e hospitais credenciados já informaram ao menos outros 20 diagnósticos.

Sem saber como a infecção do primeiro caso ocorreu, a pasta da Saúde vem tratando a transmissão pela variante como comunitária, situação em que diferentes pessoas que não possuem contato umas com as outras são diagnosticadas com a Delta.

Edson Aparecido, secretário de Saúde da gestão Nunes, disse estar em alerta com o cenário por causa do grau de transmissibilidade da variante que, em poucas semanas, assumiu a prevalência das infecções em países como o Reino Unido.

O estágio atual da pandemia na metrópole também preocupa por causa da transmissibilidade alta do coronavírus, mesmo com a vacinação caminhando em ritmo acelerado. Segundo Aparecido, nas duas últimas semanas epidemiológicas, as infecções vem se estabilizando, mas sem cair.

Um indicativo, segundo o secretário, da "circulação da variante Delta e também da sazonalidade das temperaturas mais baixas que propiciam o aumento de novos casos de síndrome gripal".

Relatório divulgado na última sexta (30) pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC na sigla em inglês) dos Estados Unidos dá uma pista. O estudo mostrou que as pessoas totalmente imunizadas que venham a se infectar com a variante delta podem disseminar o vírus com a mesma facilidade que pessoas não vacinadas.

Os novos dados reunidos pelo CDC criam um sinal de atenção para a cidade de São Paulo, que decidiu reabrir suas escolas e autorizou a realização de feiras, congressos e convenções.

É por causa da delta, disse o secretário, que os esforços de prevenção contra a Covid-19 terão de ser redobrados. Ele citou o uso efetivo de máscara, a testagem ativa e o isolamento de pessoas com suspeita da doença por no mínimo dez dias.

Aparecido também disse que por causa do status de transmissão comunitária da variante, a prefeitura vai distribuir cerca de 500 mil máscaras N95 para pessoas com quadro sintomático de doenças respiratórias e seus contatos próximos.

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