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Sony e TSMC devem se unir para enfrentar a crise de semicondutores

·1 minuto de leitura

O mercado global enfrenta, há meses, uma crise no fornecimento de semicondutores que afeta a produção de diversas fabricantes de eletrônicos ou até mesmo de montadoras de automóveis. Isso acontece, em parte, em decorrência da pandemia do novo coronavírus, que fez com que a demanda aumentasse tanto que as empresas de chips — como a TSMC, por exemplo — não conseguiram seguir o mesmo ritmo.

Agora, a própria TSMC, que é a maior produtora dos componentes no mundo, deve se unir à Sony para abrir uma nova fábrica de chips. A intenção é aumentar a produção de hardwares para tentar dar um fim à crise.

De acordo com os detalhes, a TSMC teria um controle majoritário do negócio, enquanto a Sony ficaria responsável por fornecer o espaço e imóveis necessários para erguer a nova fábrica, que seria localizada no Japão. Além das duas, o governo japonês também estaria interessado nessa construção e, segundo fontes da mídia local, arcaria com a metade das despesas que, no total, chegam a cerca de US$ 7 bilhões.

(Imagem: Divulgação/TSMC)
(Imagem: Divulgação/TSMC)

Segundo as informações, essa nova fábrica deve ser erguida e já entrar em funcionamento a partir de 2024 e fornecerá hardwares para a fabricação de automóveis, já que uma das possíveis participantes do projeto é a Denso, companhia japonesa que produz peças de carros.

Até o momento, nenhuma das empresas se pronunciou sobre essa suposta parceria, mas analistas do mercado acreditam que a união faz bastante sentido, principalmente do ponto de vista da economia, já que a expectativa é que, em 2024, os carros autônomos e itens de IoT sejam ainda mais populares. Dessa forma, é possível esperar que a demanda por semicondutores cresça cada vez mais, o que justifica aumentar os esforços de produção.

Fonte: Canaltech

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