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Sonda Tianwen-1 muda sua órbita e agora fará um estudo global de Marte

·2 min de leitura

A sonda orbital da missão Tianwen-1, da China, está em Marte desde fevereiro de 2021. Agora, ela deu início a uma nova etapa de sua missão. De acordo com informações da Shanghai Academy of Spaceflight Technology, a Tianwen-1 acionou autonomamente seus propulsores por 260 segundos durante o início de novembro para alterar sua órbita e, assim, iniciar estudos de sensoriamento remoto da superfície do Planeta Vermelho. Esta será a etapa final da exploração da superfície marciana.

A sonda já completou várias etapas estabelecidas para sua missão, como ser capturada pela gravidade de Marte, pousar o rover Zhurong na superfície e, claro, auxiliar o veículo na exploração do planeta. Inicialmente, a Tianwen-1 completava uma órbita ao redor do Planeta Vermelho três vezes por dia marciano, levando 8 horas e 12 minutos — e, nisso, fazia também uma passagem pelo rover para coletar dados dele e enviá-los à Terra. Com a mudança, a Tianwen-1 completará uma órbita a cada 7 horas e 5 minutos, chegando a aproximadamente 265 km de Marte no ponto mais próximo e alcançando cerca de 10 mil km de altitude.

A nova órbita da Tianwen-1 é elíptica, com inclinação de aproximadamente 87º (Imagem: Reprodução/CASC)
A nova órbita da Tianwen-1 é elíptica, com inclinação de aproximadamente 87º (Imagem: Reprodução/CASC)

A ideia inicial para a fase científica da missão da sonda envolvia um período orbital de 7 horas e 48 minutos, mas, como o rover Zhurong continua em bom funcionamento mesmo estando além de sua missão primária, os cientistas da missão desenvolveram a nova órbita para permitir que a Tianwen-1 cumpra seu objetivo de realizar um estudo global de Marte, sem deixar de transmitir os dados do rover à Terra. Agora, a Tianwen-1 poderá completar 3,47 voltas ao redor do planeta todos os dias, o que permitirá alcançar a cobertura global em 200 dias.

Nesta etapa da missão, as cargas científicas a bordo da sonda irão coletar dados relacionados à morfologia e estrutura geológica marciana, além de analisar a composição dos materiais na superfície, distribuição dos tipos de solo, ionosfera e o ambiente espacial de Marte. Para isso, a Tianwen-1 deverá operar na nova órbita durante 14 meses — e, embora tenha sido projetada para funcionar durante dois anos terrestres, o tempo de funcionamento dela poderá ser estendido de acordo com as necessidades da missão.

Em paralelo, o rover Zhurong continua seguindo viagem na direção sul de seu módulo de pouso e já percorreu 1.253 m, ou seja, o veículo já percorreu mais de 70 m desde a retomada de suas atividades após a recente conjunção solar, que interrompeu temporariamente a comunicação entre a Terra e os robôs por lá. De acordo com informações da CNSA, a agência espacial da China, tanto o rover quanto a sonda seguem em bom estado, com todos os sistemas funcionando normalmente.

Fonte: Canaltech

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