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Sonda Solar Orbiter observa coroa solar em resolução mais alta do que nunca

A missão Solar Orbiter, operada pela Agência Espacial Europeia (ESA) em parceria com a NASA, passou pertinho do Sol pela segunda vez. Segundo a ESA, a aproximação máxima ocorreu no dia 12 de outubro, quando a nave ficou a cerca de 29% da distância que separa nosso planeta e o Sol, e coletou dados na mais alta resolução obtida.

Já no dia 13, a nave capturou imagens da coroa solar (a atmosfera superior do Sol) do nosso astro com o instrumento Extreme Ultraviolet Imager (EUI). Elas foram unidas no vídeo abaixo, que mostra a coroa na maior resolução já registrada por um instrumento:

Esta camada da atmosfera do Sol é normalmente “calma” quando há pouca atividade solar, como erupções ou ejeções de massa coronal. Neste vídeo do encontro — e em outros capturados —, fica claro como o Sol e sua coroa têm natureza dinâmica: o gás eletricamente carregado ali (plasma) está em movimento constante, guiado e acelerado pelo campo magnético do nosso astro.

Os arcos de plasma brilhante são mantidos pelo magnetismo, vindo do interior da estrela. Cada pixel do vídeo representa 105 km da superfície solar; portanto, se o instrumento EUI observasse a Terra daquela distância, nosso planeta teria apenas 120 pixels de extensão. Como a Solar Orbiter estava voando rapidamente na direção da Terra, ela conseguiu transmitir mais dados e realizou observações coordenadas de formações do Sol.

Abaixo, você confere algumas imagens da aproximação do Sol, capturadas entre o fim de setembro e início de outubro:

“Estou ansioso para os dados de todos os 10 instrumentos serem enviados nas próximas semanas, e então a comunidade científica mundial ficará bastante ocupada descobrindo novidades com este conjunto de dados único”, disse Daniel Müller, cientista de projeto da Solar Orbiter.

Lançada em 2020, a Solar Orbiter é um dos laboratórios científicos mais complexos já enviados ao Sol. Ela vem se aproximando do nosso astro para observá-lo e capturar imagens mais perto do que qualquer outra nave já conseguiu, conduzindo também observações inéditas dos polos solares. Ainda, a missão ajudará os cientistas a entender o vento solar e os mecanismos por trás dele.

Fonte: Canaltech

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