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Sonda na órbita da Lua tira foto de Júpiter e algumas de suas luas

·2 minuto de leitura

Em 2009, a NASA lançou a sonda Lunar Reconnaissance Orbiter (LRO) para estudar nosso satélite natural. Desde então, a LRO segue produzindo imagens da Lua em alta resolução e, em agosto, a equipe da sonda resolveu arriscar uma tentativa de produzir uma imagem de Júpiter. A ideia deu certo e, como resultado, eles conseguiram uma foto do gigante gasoso, que, com alguns ajustes, permite até observar algumas de suas luas.

Brett Denevi, membro da equipe da LRO, conta que, assim como muitas pessoas no mundo gostam de apontar seus telescópios para o céu para observar as estrelas e os planetas, a equipe da LRO não conseguiu resistir a fazer a mesma coisa. Assim, os cientistas da equipe fizeram alguns cálculos para garantir que a câmera da LRO estaria na posição correta para “encontrar” o planeta. O instrumento escaneou a região do céu em que o gigante gasoso iria aparecer, e o resultado é a foto de Júpiter que você encontra no tuíte abaixo:

Essa foto mostra Júpiter observado pela sonda que orbita a Lua a 100 km de altitude, enquanto o planeta aparece a 600 milhões de quilômetros de distância — o raio de Júpiter mede mais de 69 mil quilômetros de extensão, mas, nesta imagem, o gigante gasoso aparece em apenas 24 pixels, cada um representando uma área de aproximadamente 6.000 km. “Pode não ter a resolução mais alta, mas é nossa. Com amor, da Lua a Júpiter”, escreveu Brett, na publicação.

A mesma imagem do tuíte, com edições de contraste para as luas galileanas ficaram visíveis (Imagem: Reprodução/NASA/GSFC/Arizona State University)
A mesma imagem do tuíte, com edições de contraste para as luas galileanas ficaram visíveis (Imagem: Reprodução/NASA/GSFC/Arizona State University)

Denevi conta que a imagem foi “o resultado de um verdadeiro trabalho de amor”. A equipe da câmera da LRO sempre gostou de explorar outros planetas e produzir imagens deles, mas o problema é que, embora tenha sido atualizada para funcionar por mais alguns anos, a sonda e seus componentes estão envelhecendo — afinal, ela já opera há mais de dez anos.

Por isso, ela utiliza somente dois rastreadores estelares e não pode ficar muito tempo com seus painéis solares voltados para longe do Sol. Além dessas restrições, a equipe precisou também descobrir o momento certo para voltar a nave em direção ao Sistema Solar externo e, assim, escanear o céu até conseguir a imagem.

Fonte: Canaltech

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