Mercado fechado
  • BOVESPA

    128.057,22
    -1.202,27 (-0,93%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.093,13
    -485,97 (-0,96%)
     
  • PETROLEO CRU

    70,98
    -1,17 (-1,62%)
     
  • OURO

    1.775,00
    -86,40 (-4,64%)
     
  • BTC-USD

    37.781,21
    -832,29 (-2,16%)
     
  • CMC Crypto 200

    938,88
    -31,00 (-3,20%)
     
  • S&P500

    4.221,86
    -1,84 (-0,04%)
     
  • DOW JONES

    33.823,45
    -210,22 (-0,62%)
     
  • FTSE

    7.153,43
    -31,52 (-0,44%)
     
  • HANG SENG

    28.558,59
    +121,75 (+0,43%)
     
  • NIKKEI

    29.018,33
    -272,68 (-0,93%)
     
  • NASDAQ

    14.178,50
    +197,25 (+1,41%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,9698
    -0,0922 (-1,52%)
     

Sonda chinesa Chang'e 5 tira foto da Terra e da Lua a distância; veja!

·2 minuto de leitura

Em dezembro, a missão chinesa Chang’e 5 fez história ao coletar e trazer para a Terra quase 2 kg de amostras lunares — a última vez que recebemos material do nosso satélite natural foi em 1976, com a missão soviética Luna 24, que coletou 170 g de regolito lunar. Depois disso, a China decidiu estender a missão do orbitador, que estudará o Sol sem deixar a órbita terrestre. Agora, a nave nos enviou uma bela imagem, que mostra a Tera e a Lua bem distantes de suas lentes.

Após retornar para a Terra, o módulo de serviços da missão liberou a cápsula com as amostras em seu interior, que caiu na Mongólia Interior. Depois, os motores do orbitador foram ativados para seguir viagem até o Ponto de Lagrange L1, que fica a 1,5 milhão de quilômetros da Terra, na direção do Sol. Trata-se de uma área onde há equilíbrio gravitacional, permitindo que uma nave fique parada por lá. Assim, a equipe de controle da missão não precisa realizar grandes manutenções além de eventuais ajustes de órbita.

Foi ali que a sonda fez um registro único, que mostra a Terra e a Lua alinhadas lá longe. Confira:

Imagem da Terra e da Lua feita pela Chang'e 5 (Imagem: Reprodução/CNSA/CLEP)
Imagem da Terra e da Lua feita pela Chang'e 5 (Imagem: Reprodução/CNSA/CLEP)

Como a Chang’e 5 cumpriu seu objetivo principal, esta e demais operações que forem feitas são uma espécie de trabalho “bônus”. Aliás, a sonda chinesa não é a única que está aproveitando esta região do espaço: a NASA escolheu enviar o observatório DSCOVR para lá porque, assim, a espaçonave poderia aproveitar a localização para realizar suas observações da Terra e do Sol sem ter nada obstruindo a visão.

A Chang'e 5 foi, sem dúvidas, a missão mais complexa já realizada pela China até hoje. Após coletar as amostras, um módulo levantou voo da superfície lunar e se encontrou com outro, que ficou na órbita, para transferir o material coletado. Então este outro módulo viajou de volta à Terra, liberando a cápsula com as amostras em um local estratégico. Assim, o sucesso coloca o país na seleta lista daqueles que já conseguiram coletar e trazer amostras lunares.

Agora, como o orbitador da missão ainda tem pelo menos 200 kg de propelente, ainda é possível usá-lo por mais algum tempo. Segundo Hu Hao, designer-chefe do programa espacial chinês, é possível estender a missão Chang'e 5 ao realizar manobras com a nave. Por isso, a estadia no ponto L1 pode não ser muito longa, até que sua nova missão seja definida.

Fonte: Canaltech

Trending no Canaltech:

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos