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'Sol Artificial' da China quebra próprio recorde de temperatura

·1 min de leitura
Foto: Getty Images.
Foto: Getty Images.
  • O reator de fusão Tokamak Supercondutor Experimental (EAST) quebrou o próprio recorde em dezembro;

  • O maquinário conseguiu sustentar a temperatura de plasma de 120 milhões de graus Celsius por mais tempo;

  • O recorde representa um marco importante para o reator conhecido como "Sol Artificial".

Conhecido como “Sol Artificial”, o reator de fusão Tokamak Supercondutor Experimental (EAST, na sigla em inglês) quebrou o próprio recorde no final de dezembro.

Segundo comunicado da Academia Chinesa de Ciências, o maquinário conseguiu sustentar a temperatura de plasma de 120 milhões de graus Celsius por 1.056 segundos.

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Anteriormente, na primavera, o recorde estabelecido havia sido de 101 segundos. A equipe responsável pelo reator faz parte do Instituto de Física do Plasma da Academia Chinesa de Ciências (AISPP, na sigla em inglês).

Yuntao Song, diretor-geral do AISPP, afirmou que a equipe é perfeita e que o grupo enfrentará qualquer dificuldade, por mais difícil que seja.

O recorde representa um marco importante para o reator, que é capaz de replicar em parte o processo de fusão nuclear natural de uma estrela.

Os cientistas acreditam que o resultado do experimento possa levar a produzir energia limpa e sustentável. A chave é que o comprimento do reator pode manter altas temperaturas.

As reações precisam ser autossustentáveis e, portanto, o plasma superaquecido poderia ser utilizado para gerá-las.

Ainda assim, a energia de fusão de forma comercial provavelmente está longe acontecer, mesmo que especialistas acreditem na sua possibilidade.

As informações são do Futurism.

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