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Soja e milho em máximas com riscos para safras da América do Sul

·2 min de leitura

(Bloomberg) -- Os futuros da soja e do milho ampliaram os ganhos para os maiores níveis dos últimos meses em Chicago em meio à percepção de que a seca em expansão no Brasil e na Argentina reduza as esperadas supersafras.

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A soja subiu ainda mais, acima de US$ 13 por bushel, e o milho ultrapassou US$ 6 por bushel pela primeira vez desde julho. A América do Sul está no auge da estação de plantio, e operadores estão atentos a quaisquer impactos de um segundo ano do fenômeno climático La Niña. O norte do Brasil tem umidade favorável, embora a seca possa se expandir ainda mais ao Sul e em regiões da Argentina até o início de janeiro, segundo a empresa de meteorologia Maxar.

“Condições climáticas estressantes para as safras do sul do Brasil e da Argentina, com pouca chuva na previsão de duas semanas, ajudaram a manter os operadores de fundos ativos”, disse o The Hightower Report em relatório.

Os futuros da soja chegaram a subir 1%, para US$ 13,2525 em Chicago, a maior cotação para um contrato mais ativo desde agosto. O milho mostrava ganho de 0,7%, para US$ 6,025, e o trigo atingiu o nível mais alto em duas semanas, pois as planícies dos EUA também enfrentam clima mais seco.

As condições das lavouras de soja no Paraná, um dos maiores estados produtores do país, pioraram pela terceira semana consecutiva, de acordo com o Departamento de Economia Rural (Deral). Apenas 57% da soja do Paraná foi classificada como “boa” em 20 de dezembro comparado com 71% uma semana antes.

Ainda assim, a produção deve ser alta e as exportações se mostram competitivas em relação às cargas dos EUA. A compra de grãos brasileiros pela China aumentou na semana passada devido ao interesse de estatais, de acordo com a Sitonia Consulting, que citou fontes do mercado. De 17 carregamentos comercializados, oito foram contratados para embarque em março de 2022 do Brasil para novas safras que ainda serão colhidas, segundo a consultoria. No caso do milho, a China tem comprado suprimentos ucranianos.

Na Argentina, o governo busca limitar exportações de grãos como forma de controlar a inflação de alimentos.

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