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SoftBank mira abordagem ‘mais cautelosa’ para acordos na China

·2 minuto de leitura

(Bloomberg) -- O SoftBank Group Corp., um dos maiores investidores estrangeiros na China, planeja uma abordagem mais cautelosa para investir em startups no país, mas continuará a fechar negócios, segundo o diretor de operações do grupo, Marcelo Claure.

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As ações do conglomerado japonês estão sob pressão nas últimas semanas em meio ao crescente escrutínio de reguladores da China no setor de tecnologia, o que reduziu o valor de alguns dos maiores investimentos da empresa, como o Alibaba, gigante do comércio eletrônico. Agora, a crise de dívida da incorporadora China Evergrande ameaça um impacto mais amplo na segunda maior economia do mundo.

“Como qualquer outro investidor que investe pesado na China, estamos observando cuidadosamente a evolução de nossas empresas lá”, disse Claure em entrevista. “De forma alguma vamos abandonar a China ou algo parecido. Só vamos ser mais cautelosos.”

O SoftBank tem falado pouco sobre sua estratégia para a China daqui em diante. Em conversa sobre os resultados financeiros em agosto, o fundador do SoftBank, Masayoshi Son, disse que os novos regulamentos levarão tempo para serem implementados, mas acredita que os valores das empresas vão se recuperar em algum momento. Son também sugeriu que o SoftBank fará uma pausa nos investimentos no país enquanto isso.

“Em um ou dois anos, sob as novas regras, acho que as coisas ficarão muito mais claras”, disse Son em 10 de agosto. “Então, quando as coisas ficarem claras, estaremos abertos para retomar o investimento ativo na China.”

Na época, Son disse que o SoftBank havia reduzido seu investimento na China recentemente. O país respondia por 23% da carteira no total, mas por cerca de 11% dos novos investimentos, afirmou. Atul Goyal, analista da Jefferies, estima que, sozinho, o Alibaba, represente até 40% do valor bruto dos ativos do SoftBank, enquanto outros ativos da China por até 25%.

A ação do Alibaba, o investimento mais valioso do SoftBank, acumula queda de 35% este ano. Os papéis da Didi Global, gigante de aplicativo de transporte, despencaram 46% desde a listagem no final de junho. O SoftBank tinha participação de cerca de 20% na Didi, o maior investimento na carteira do Vision Fund, controlado pelo grupo. As ações da plataforma imobiliária online chinesa KE Holdings mostram perdas acima de 70% este ano.

“Ainda acreditamos que a China, por causa da demografia, por emergir como uma das líderes em tecnologia, tem um potencial incrível”, disse Claure. “Ainda estamos investindo, talvez o tamanho das apostas seja menor. Mas somos investidores globais. Nosso negócio é alocar capital em diferentes partes do mundo.”

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