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SoftBank fecha mais negócios em 2021 com equipe reduzida

·3 minuto de leitura

(Bloomberg) -- Masayoshi Son acelerou muito o ritmo de seus investimentos em startups em 2021, quintuplicando o número de empresas na carteira do Vision Fund 2 em menos de nove meses.

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O fundador do SoftBank Group fechou 115 negócios este ano, segundo cálculos da Bloomberg com base em dados divulgados pela empresa. O número supera o total combinado de negócios do primeiro Vision Fund desde seu início em 2017, mostrando que Son continua confiante em sua capacidade de investimento, apesar das apostas malsucedidas no serviço de compartilhamento de escritórios WeWork e na gestora Greensill.

O ritmo mais rápido de negociação certamente levantará questões se Son corre o risco de cometer erros semelhantes, especialmente porque uma série de demissões de alto perfil esgota os melhores talentos do Vision Fund. Sete sócios-gerentes saíram desde março de 2020 e, na semana passada, Deep Nishar, o único sócio-gerente sênior e principal autoridade em inteligência artificial, disse que deixará a empresa no final do ano.

“Para começar, o histórico do Vision Fund não era ótimo, e agora estão fazendo mais com menos pessoas”, disse Amir Anvarzadeh, estrategista sênior da Asymmetric Advisors, que recomenda posições vendidas na ação do SoftBank. “As potenciais taxas de fracasso tendem a ser mais altas”, mas Son tem se concentrado mais nas porcentagens do que na cautela, acrescentou.

O número total de funcionários do SoftBank Investment Advisers, que administra ambos os fundos Vision, encolheu de cerca de 500 pessoas no início do ano passado para cerca de 400 agora, de acordo com uma pessoa a par do assunto. Vários veteranos que partiram se sentiram frustrados com a influência dominante de Son, que os deixava com pouca autoridade de fato, segundo fontes a par do assunto. A estrutura de remuneração do Vision Fund também causou tensão, com executivos limitados em sua capacidade de lucrar com startups de sucesso que apresentaram a Son, disseram as pessoas.

Um porta-voz do Vision Fund não quis comentar. As ações do SoftBank, que acumulam queda aproximada de 40% em relação ao pico de março, caíram 3,3% em Tóquio na segunda-feira.

Cortes de emprego no ano passado se concentraram nas equipes de suporte e back office do Vision Fund, de acordo com uma pessoa a par do assunto. A organização também contratou três sócios-gerentes desde março passado e trouxe outros 40 investidores desde o início de abril, para um total de 145, disse a fonte, que pediu para não ser identificada.

O SoftBank aumenta os investimentos quando a atividade de venture capital está no auge. O financiamento para startups atingiu recorde global de US$ 156 bilhões no segundo trimestre, de acordo com CB Insights. Son, enquanto isso, aumentou a quantia alocada ao Vision Fund 2 de US$ 10 bilhões no início do ano para US$ 40 bilhões em junho. O bilionário também planeja investir até US$ 2,6 bilhões de seu próprio dinheiro no fundo.

“Uma preocupação é que há muita concorrência de outros investidores, e os ‘valuations’ já parecem inflados, o que significa retornos menores para o SoftBank no futuro”, disse Kirk Boodry, analista da Redex Research, em Tóquio. “Outra preocupação é com o processo de tomada de decisão. Quando você investe em 30 ou 40 empresas em um prazo tão estreito, a diligência prévia tende a sofrer.”

Além dos dois Vision Funds, o SoftBank lançou um fundo latino-americano de US$ 5 bilhões que investiu em 48 empresas desde sua criação em março de 2019. No início do mês, Son aumentou o capital dedicado à região em outros US$ 3 bilhões.

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