Mercado fechado
  • BOVESPA

    100.774,57
    -1.140,88 (-1,12%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.007,16
    +308,44 (+0,62%)
     
  • PETROLEO CRU

    65,71
    -0,47 (-0,71%)
     
  • OURO

    1.783,10
    +6,60 (+0,37%)
     
  • BTC-USD

    57.067,35
    -201,50 (-0,35%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.442,71
    -26,37 (-1,79%)
     
  • S&P500

    4.513,04
    -53,96 (-1,18%)
     
  • DOW JONES

    34.022,04
    -461,68 (-1,34%)
     
  • FTSE

    7.168,68
    +109,23 (+1,55%)
     
  • HANG SENG

    23.658,92
    +183,66 (+0,78%)
     
  • NIKKEI

    27.935,62
    +113,86 (+0,41%)
     
  • NASDAQ

    15.858,75
    -291,75 (-1,81%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4464
    +0,0764 (+1,20%)
     

Socorro a montadoras deve ter cerca de R$ 4 bilhões por empresa

·3 min de leitura
(Foto: Rafael Henrique/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)
(Foto: Rafael Henrique/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)

O governo espera fechar até o fim do mês o primeiro contrato de socorro a montadoras de automóveis afetadas pela pandemia do novo coronavírus. O pacote proposto pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) em parceria com bancos privados prevê crédito de cerca de R$ 4 bilhões por empresa beneficiada.

Baixe o app do Yahoo Mail em menos de 1 min e receba todos os seus emails em 1 só lugar

Siga o Yahoo Finanças no Google News

A indústria automotiva é um dos grandes setores escolhidos pelo BNDES para a oferta de pacotes setoriais, ao lado das companhias aéreas e das empresas de energia. Assim como nos dois últimos casos, não haverá oferta de juros subsidiados às montadoras.

Leia também

O setor amarga grande recuo após o início da pandemia, com a suspensão das operações de 64 das 65 fábricas do país. Em maio, segundo a Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), a produção de veículos foi 90,8% menor do que no mesmo período de 2019.

A Folha apurou que as empresas apresentaram demandas entre R$ 5 bilhões a R$ 7 bilhões, mas a proposta do sindicato de bancos é que as matrizes garantam um terço dos recursos. Assim, numa negociação para cobrir R$ 6 bilhões, os controladores entrariam com R$ 2 bilhões.

Duas empresas — GM e Fiat — já sinalizaram com a oferta de garantias da matriz para tomar empréstimos, atendendo à condição do pacote de socorro que foi criticada pelo setor. A expectativa é que outras empresas busquem o socorro à medida em que os efeitos da crise se ampliem.

O pacote de ajuda a montadoras é diferente do oferecido ao setor aéreo por não prever títulos lastreados em ações, já que as companhias do setor não negociam na Bolsa brasileira. A oferta é apenas de financiamento.

O BNDES prevê entrar com 30% do valor total, ou cerca de R$ 1,2 bilhão, por meio de programas já existentes no banco para financiar máquinas e equipamentos (Finame) ou exportações (BNDES-Exim). O restante seria oferecido pelos bancos privados.

Com o setor aéreo, as conversas foram iniciadas antes, mas o pedido de recuperação judicial da Latam retardou o processo, para que os bancos envolvidos avaliassem as consequências da medida. O governo espera agora que os primeiros contratos de socorro sejam fechados em julho.

Neste caso, o pacto prevê a emissão de debêntures e de bônus lastreados em ações. Foram oferecidos R$ 2 bilhões para cada empresa, com participação do BNDES limitada a 60% do total, com 10% destinados aos bancos parceiros e 30% ao mercado.

Nesta sexta (5), o BNDES anunciou nova linha de crédito de R$ 2 bilhões para empresas atingidas pela pandemia. Os recursos são destinados ao pagamento de fornecedores, com o objetivo de minimizar os impactos ao longa das cadeias produtivas. O financiamento é tomado por empresas-âncora, que repassam os recursos a seus fornecedores.

Na quinta (4), foi anunciada uma linha de R$ 3 bilhões para as usinas de cana-de-açúcar financiarem a estocagem de etanol em meio à queda nas vendas provocada pelas restrições à circulação de pessoas para conter a contaminação pelo coronavírus.

Siga o Yahoo Finanças no Instagram, Facebook, Twitter e YouTube e aproveite para se logar e deixar aqui abaixo o seu comentário.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos