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Social com foco no lucro? Presidente da Caixa Econômica fala sobre atuação do banco na pandemia

·2 min de leitura

Se por um lado a Caixa agrada a Deus no seu papel social de organizar e efetuar os pagamentos de 16 parcelas do auxílio emergencial entre 2020 e 2021, por outro lado também não desagrada ao diabo: o banco lucrou R$ 14,1 bilhões nos nove primeiros meses de 2021

Quem recebeu o auxílio emergencial disponibilizado pelo governo federal a famílias vulneráveis e a trabalhadores informais afetados pela pandemia da Covid-19 se viu compulsoriamente em contato com o único banco responsável pelos pagamentos: a Caixa Econômica Federal. O presidente da instituição, Pedro Guimarães, explica as dificuldades enfrentadas no atendimento à população que, em alguns momentos, enfrentou longas filas e problemas no aplicativo CAIXA Tem, e fala sobre o foco na saúde financeira do banco que teve lucros recordes no período da pandemia.

Do total de 68,1 milhões de beneficiários que receberam ao menos uma parcela do auxílio emergencial, 38,1 milhões não estavam na base de cadastro para benefícios sociais do governo. O presidente da Caixa Econômica associa as filas ao processo de inclusão do grande número dos chamados invisíveis ao sistema.

“Quando a gente lançou o primeiro aplicativo eu lembro que as pessoas perguntavam: ‘Como vocês vão achar os invisíveis?’(...) Só no primeiro dia de auxílio emergencial, 42 milhões de brasileiros de cadastraram”, afirma Guimarães. Sobre as falhas no aplicativo CAIXA Tem, ele contabiliza 22 atualizações que teriam resolvido os problemas.

Se por um lado a Caixa agrada a Deus no seu papel social de organizar e efetuar os pagamentos de 16 parcelas do auxílio emergencial entre 2020 e 2021, por outro lado também não desagrada ao diabo: o banco lucrou R$ 14,1 bilhões nos nove primeiros meses de 2021; um aumento de 87,4% em relação ao mesmo período de 2020. “Um grande ponto da Caixa hoje é que nós temos tanto a atuação social quanto a atuação matemática. Hoje a Caixa tem uma solidez e um resultado que nunca teve”, diz Guimarães.

Brasil mal posicionado no mapa global da Inflação

Em uma live do presidente Jair Bolsonaro no início de novembro, o presidente da Caixa Econômica apresentou o mapa global da inflação, no qual o Brasil ocupa a terceira pior posição, atrás somente da Bélgica e da Argentina. 

Ao explicar ao Yahoo! Finanças sua visão sobre a nossa posição no ranking, além de citar a crise energética e a questão cambial, ele relacionou a circulação do dinheiro do auxílio Brasil e os efeitos do lockdown como agentes inflacionários. “A injeção de R$700 bilhões na economia (...) e a questão de restrição de oferta em uma série de segmentos gerou uma pressão inflacionária óbvia”, explica Guimarães.

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