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Sobe para 7 o número de suspeitas de vandalismo em linhas de transmissão de energia

RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Chegou a sete o número de ocorrências suspeitas de vandalismo em torres de transmissão de energia no país. A última foi verificada neste sábado (14) em linha que transporta a energia das hidrelétricas do rio Madeira, em Rondônia, para a região Sudeste.

Diante do crescimento dos casos, os ministérios de Minas e Energia e da Justiça se reuniram nesta segunda (16) para debater o assunto. Eles pediram aos governos de Rondônia, Paraná e São Paulo --estados onde foram registradas as ocorrências-- a adoção de medidas preventivas e investigações.

As suspeitas de vandalismo em torres de transmissão começaram após o ataque de bolsonaristas ao Congresso, ao Palácio do Planalto e ao STF (Supremo Tribunal Federal), no último dia 8.

"Nos causa indignação que estes criminosos destruam o patrimônio de todas as brasileiras e brasileiros", disse, em nota divulgada após o encontro, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira. "Vamos agir com o rigor da lei, punir e cobrar ressarcimento dos vândalos."

Os ministérios analisam ainda a ação integrada de agentes de segurança estaduais e federais para ampliar o patrulhamento em áreas estratégicas e reforçar o monitoramento das linhas de transmissão, com o uso de novas tecnologias como câmeras e drones.

Segundo a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), desde o dia 8, quatro torres foram derrubadas e outras três foram vandalizadas. A agência diz que não houve impactos ao fornecimento de energia.

Quatro ocorrências foram constatadas pelas concessionárias de transmissão entre quinta (12) e sábado: duas em São Paulo, em linhas da Taesa e da ISA Cteep; uma no Paraná, em linha de Furnas; e a última, em uma das linhas do Madeira, operada pela Eletronorte.

A torre da Eletronorte foi derrubada, segundo a Aneel. Em seu boletim diário de operação, o ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) relata o desligamento automático da linha de transmissão que liga Pimenta Bueno a Vilhena, em Rondônia, por queda da torre.

A ocorrência não teve consequências significativas para o sistema, diz o operador, e as causas estão sendo investigadas. A previsão é que a torre volte a operar nesta quinta (19).

Cinco dos sete ataques detectados ocorreram em linhas que trazem energia de hidrelétricas mais distantes dos grandes centros consumidores da região Sudeste. Esses sistemas costumam contar com mais de uma linha, para evitar queda de suprimento em caso de problemas.

"As empresas estão atuando nas avarias detectadas e os eventos estão sendo monitorados e fiscalizados pela agência", disse a Aneel, em nota divulgada nesta segunda. Nesta terça (17), o MME se reunirá com a agência, o ONS e empresas do setor para avaliar medidas preventivas.