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SMIC investirá mais de 45 bilhões de reais em nova fábrica de semicondutores

·2 minuto de leitura

A SMIC deverá investir cerca de 8,87 bilhões de dólares (por volta de 45,8 bilhões de reais em conversão direta) em uma nova fábrica de semicondutores na Zona de Comércio Livre (FTZ) de Lingang, em Shanghai. A companhia tem como principal cliente a Huawei, fornecendo chips para smartphones e outros dispositivos eletrônicos.

O anúncio acontece no meio de uma crise mundial de fornecimento de chips para a indústria automotiva e de eletrônicos em geral, causada principalmente por conta da pandemia de COVID-19. O foco da fábrica será na produção de circuitos integrados e serviços de tecnologias em componentes de litografia de 28 nanômetros ou acima. Segundo a SMIC, a linha de produção terá uma capacidade máxima de 100 mil wafers de 12 polegadas (cerca de 300 mm).

SMIC fornece semicondutores para a Huawei (Imagem: Divulgação/SMIC)
SMIC fornece semicondutores para a Huawei (Imagem: Divulgação/SMIC)

O investimento para a construção da fábrica virá em parte da própria FTZ, e segundo a SMIC, outros investidores também estão interessados, com um capital estimado em 5,5 bilhões de dólares (28,51 bilhões de reais). Além disso, parte do dinheiro virá da administração estatal chinesa, que procura aumentar a independência do país no fornecimento de semicondutores, para ajudar companhias locias a alcançar rivais do Japão e Coreia do Sul, por exemplo.

Essa necessidade se ampliou por conta do manimento imposto pelos Estados Unidos, que impede parcerias com empresas chinesas por conta de preocupações com a segurança nacional, especialmente no aspecto de privacidade e segurança de dados.

A nova fábrica se juntará a outras sete unidades já existentes da SMIC, todas na China. A companhia produz semicondutores nas cidades de Shanghai, Beijing, Tianjin, Shenzen, Guangdong, Jiangyin e Jiangsu. No início do ano, a empresa já tinha anunciado a intenção de construir outra fábrica próxima a Shenzen, também para fornecimento de chips de 28 nanômetros ou mais, enquanto parceiros americanos da marca solicitam uma autorização para exportação de componentes para países do ocidente.

Fonte: Canaltech

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