Mercado fechado
  • BOVESPA

    110.249,73
    +1.405,98 (+1,29%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.828,13
    +270,48 (+0,53%)
     
  • PETROLEO CRU

    70,51
    -0,05 (-0,07%)
     
  • OURO

    1.775,40
    -2,80 (-0,16%)
     
  • BTC-USD

    41.004,60
    -2.875,40 (-6,55%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.016,33
    -47,52 (-4,47%)
     
  • S&P500

    4.354,19
    -3,54 (-0,08%)
     
  • DOW JONES

    33.919,84
    -50,63 (-0,15%)
     
  • FTSE

    6.980,98
    +77,07 (+1,12%)
     
  • HANG SENG

    24.221,54
    +122,40 (+0,51%)
     
  • NIKKEI

    29.839,71
    -660,34 (-2,17%)
     
  • NASDAQ

    14.995,50
    -28,50 (-0,19%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1788
    -0,0659 (-1,06%)
     

Skatista Kelvin Hoefler é prata em Tóquio, primeira medalha brasileira nas Olimpíadas

·2 minuto de leitura

TÓQUIO, JAPÃO (FOLHAPRESS) - A primeira medalha brasileira nas Olimpíadas de Tóquio foi conquistada na estreia do skate nos Jogos, com Kelvin Hoefler. Neste domingo (25), ele faturou o prata na categoria street, com 36.15 pontos.

Disputando em casa, o japonês Yuto Horigome foi medalha de ouro, com 37.18. Jagger Eaton, dos EUA, foi prata com 35.35.

O atleta de 28 anos natural de Itanhaém, que cresceu no Guarujá e hoje mora na Califórnia, tem um histórico de sucesso na modalidade (campeão da Street League em 2015) e conseguiu repeti-la no ambiente totalmente novo para o skate nas Olimpíadas.

Ela começou a andar aos 9 anos, quando o pai, Eneas de Souza, policial, e a mãe, Roberta Hoefler, dona de casa, deram um skate de presente para o garoto e montaram uma pequena rampa na garagem, já que no Guarujá não havia locais adequados para a prática.

Ele também surfava até a adolescência, mas as águas geladas o afastaram do mar e o fizeram se firmar nas pistas, ou nas ruas.

Desde cedo, Kelvin queria se estabelecer nos EUA em busca da carreira profissional. A competição que mudou tudo ocorreu em 2014, na África do Sul, quando ele faturou um na época inimaginável prêmio de US$ 100 mil. Isso lhe permitiu fincar raízes na Califórnia.

A final, com oito skatistas classificados após as eliminatórias, foi disputada sob sol forte e temperaturas acima de 30ºC no parque de esportes urbanos de Ariake, no início da tarde no Japão.

O Brasil também tinha outros dois atletas na competição, Giovanni Vianna e Felipe Gustavo, que terminaram a classificação em 12º e 14º, respectivamente.

Felipe Gustavo, 30, natural de Brasília, foi responsável pela inauguração do skate nos Jogos, como primeiro atleta a dar uma volta na primeira bateria.

Ele disse que normalmente acharia melhor ficar mais para o final, quando os critérios dos juízes estão mais claros, mas que nesse caso recebeu a notícia com muito prazer.

"Eu me senti honrado de ser o primeiro skatista da história a dropar. E eu tinha na minha cabeça que precisava acertar as primeiras manobras, porque todo mundo ia ligar a televisão, nunca viu o esporte na TV, aí vai ligar e o cara erra uma manobra?", brincou.

"Depois que acertei a primeira linha, falei 'nossa, que felicidade'. Foi um sentimento que nunca tive antes e só tenho a agradecer o skate por ter me proporcionado isso. Fizemos história. O skate salva."

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos