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Conta de luz: situação hídrica melhora, mas consumidores ainda terão conta cara

·2 min de leitura
Situação hídrica melhorou e deve aliviar um pouco a conta de luz (REUTERS/Washington Alves)
Situação hídrica melhorou e deve aliviar um pouco a conta de luz (REUTERS/Washington Alves)
  • Conta de luz aumentou pois em 2021 país enfrentou sua pior escassez hídrica nos últimos 91 anos

  • Projeção é que reservatórios atinjam 73,2% de capacidade no Norte e 70,2% no Nordeste

  • Benefícios não devem chegar aos consumidores no curto prazo

Como já foi noticiado, a falta de chuvas prejudicou - e muito - as conta de luz de muitos brasileiros em 2021. Isso, ao menos de acordo com especialistas ouvidos pelo Estadão/Broadcast, está sendo parcialmente resolvido com o número de chuvas registradas desde meados de outubro. Os níveis dos reservatórios aumentaram, mas ainda não é possível dizer que a situação está tranquila. O que não alivia o bolso dos consumidores em um primeiro momento, já que essa melhora ainda não será perceptível nos próximos meses e as tarifas nas contas de luz, por exemplo, vão permanecer altas.

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Pior escassez nos últimos 91 anos

Depois de sofrer bastante com a falta de chuvas no último ano, que fez o país vivenciar sua pior escassez nos últimos 91 anos - quando o nível dos reservatórios no subsistema das regiões Sudeste e Centro-Oeste (tido como o principal do país) chegou a cair para 16,75% da capacidade total em setembro de 2021 -, a situação está em constante melhora. De acordo com os dados emitidos pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), a projeção é de que, ao fim de janeiro, esse reservatório atinja 40% da capacidade. A previsão também é positiva para outras regiões.

O cenário atual é melhor por conta das chuvas e da ampliação da capacidade instalada de geração de energia - com o início da operação de novos projetos, que vão injetar mais energia para atender os consumidores. 

Consumidor ainda não será beneficiado

Visando reduzir o prejuízo, o governo adotou algumas medidas para evitar apagões e racionamento no ano passado, afastando o risco de problemas no fornecimento de energia. A questão é que tudo isso teve um alto custo para os consumidores. E mesmo com o aumento da bandeira tarifária, o valor arrecadado não foi suficiente para cobrir todos os gastos - o que deverá ser pago, com juros, no futuro. Até por isso, os benefícios não devem chegar aos consumidores no curto prazo. Afinal, segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a conta acumula um rombo de R$ 12,35 bilhões até novembro. 

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