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Sites de importantes meios de comunicação e de alguns governos registram problemas de acesso

·2 minuto de leitura
Mensagens de erro e falhas de conexão apareceram em vários sites de jornais

Várias páginas na internet de importantes veículos de comunicação ao redor do mundo e de instituições oficiais como a Casa Branca ou o governo britânico, a plataforma Reddit ou o sistema de pagamento PayPal sofreram importantes problemas de acesso nesta terça-feira.

A origem do problema foi o provedor americano de serviços de computação em nuvem Fastly, como admitiu a própria empresa, que não revelou mais detalhes sobre a origem da falha, se foi um problema interno ou um ataque cibernético.

A partir de 9H30 GMT (6H30 de Brasília), os sites dos jornais New York Times, Le Monde, The Guardian, Financial Times, El Mundo, Corriere della Sera, assim como o portal da BBC, estavam fora do ar ou com com acesso intermitente.

O site web www.gov.uk, que engloba os diferentes ministérios do governo britânico e permite realizar procedimentos oficiais, também apresentava mensagem de erro e afirmava que estava indisponível.

Ao tentar consultar a página da Casa Branca aparecia uma mensagem com a informação de que o portal "não estava funcionando".

O site especializado na detecção de falhas do tipo Down Detector apontou uma "avaria de grande envergadura na Fastly", empresa americana de tecnologia.

A Fastly, que também viu o seu portal fora do ar, informou que identificou o problema em seus serviços CDN (Content Delivery Network), ou seja, suas redes de distribuição de conteúdo, e garantiu que sua rede global voltaria ao normal por volta das 11H10 GMT (8H10 de Brasília.

Estas redes são um grupo de servidores que trabalham juntos para disponibilizar dados e conteúdos.

Fastly é uma empresa pouco conhecida, mas estratégica, que oferece aos editores de páginas da Internet ajuda para divulgar seu conteúdo em escala internacional, hospedando portais espelho da página original em todo o mundo.

O seu serviço evita assim que todos os pedidos dirigidos a uma determinada página web sejam dirigidos para um mesmo local ao mesmo tempo, criando engarrafamentos. Em outras palavras, ajuda a agilizar as conexões.

As páginas que divulgam conteúdos audiovisuais e os meios de comunicação são os grandes clientes destas páginas que propõem o CDN por serem portais que registam momentos de elevado tráfego em suas páginas.

Assim, empresas como a Fastly lidam com centenas de bilhões de solicitações de conexão por dia e são uma espécie de controlador de tráfego.

A Fastly tem sede em San Francisco e no ano passado teve um faturamento de 291 milhões de dólares.

aue/pn/spi/bl/mar/fp/jc