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Sites com leilões falsos oferecendo pechinchas se multiplicam durante a pandemia

·2 minuto de leitura

Com a pandemia do COVID-19 e a necessidade de isolamento social, o comércio online viu a chegada de diversos consumidores antes acostumados às compras somente em lojas físicas. No entanto, as oportunidades aumentaram, não somente para lojistas reais, mas também para criminosos que fazem ofertas enganosas na tentativa de lesar clientes.

Segundo uma reportagem exibida pelo Bom Dia Brasil, há pelo menos 1 mil sites de leilões falsos operando na internet brasileira. Eles oferecem veículos e outros itens com valores muito abaixo do mercado, e muitas vezes usam dados e endereços reais como disfarce — quando um consumidor arremata um item e vai fazer sua retirada, descobre que foi vítima de um golpe e precisa lidar com o prejuízo.

O Instituto de Segurança Pública (ISP) calcula que, somente no Rio de Janeiro, o número de golpes digitais triplicou em 2021, em relação ao registrado no ano anterior. Enquanto de janeiro a abril de 2020 foram contabilizadas 1.481 ações do tipo, esse montante chegou a 3.616 no mesmo período desta temporada.

Criminosos atuam em todo o país

Casos do tipo se espalham por todo o Brasil: uma reportagem do ACidadeOn mostra que uma empresa identificada como Car Mania Leilões tem usado endereços de outras companhias, algumas inexistentes ou desativadas, para enganar consumidores. Nos últimos três meses, a página de ofertas gerou 14 reclamações no site Reclame Aqui por não entregar veículos e sumir com os pagamentos feitos por consumidores. Para continuar operando, os criminosos alteram frequentemente informações como CNPJ e os dados bancários usados durante as transações.

Ao G1 Rio de Janeiro, André Miceli, especialista em Segurança Digital pela Fundação Getúlio Vargas do Rio (FGV) afirmou que é preciso prestar atenção ao e-mail e site da empresa que oferece os leilões para evitar cair em golpes. Ele também recomenda o uso de senhas fortes e a navegação em abas anônimas, para diminuir a quantidade de informações que seu computador compartilha com servidores — e que podem resultar na exibição de anúncios criados pelos criminosos.

Fonte: Canaltech

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